Mostrando postagens com marcador Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vida. Mostrar todas as postagens

Eu também preciso caber dentro do meu próprio amor

Eu também preciso caber dentro do meu próprio amor


Eu sempre quis ser uma pessoa melhor.

Mais consciente, cuidadosa, amorosa, justa e sincera com os outros — e, principalmente, comigo.

Talvez essa vontade tenha me acompanhado por tanto tempo que, às vezes, eu me esqueça de uma coisa bastante simples: eu não preciso ser perfeita para ser uma pessoa boa.

Às vezes eu faço merda. Às vezes sou egoísta, impaciente, injusta, digo coisas que não deveria ou tomo decisões das quais me arrependo depois. Às vezes machuco alguém sem querer. Às vezes me machuco tentando acertar.

E, nesses momentos, tenho uma tendência quase automática de me deixar levar pela culpa.

Não aquela culpa que nos faz olhar para o que fizemos e assumir a responsabilidade. Essa, talvez, seja necessária. Falo daquela culpa que vai além do erro e começa a transformar o erro em identidade.

Eu fiz algo ruim, então sou ruim.

Eu errei com alguém, então não sou uma pessoa digna.

Eu deveria ter feito diferente, então passo horas me castigando mentalmente por não ter sido a versão de mim que eu gostaria de ter sido.

É aí que começo a me discriminar.

E talvez uma das coisas mais difíceis de aprender na vida adulta seja justamente separar responsabilidade de autopunição.

Assumir aquilo que fiz, pedir desculpas quando for necessário, tentar reparar o que puder ser reparado e aprender com a experiência me parece muito mais honesto do que passar o resto do dia me condenando por ela.

Acho que se livrar desse peso começa quando a gente consegue olhar para ele de frente.

“Sim, eu fiz isso.”

“Sim, poderia ter feito diferente.”

“Sim, sinto muito.”

“E agora eu vou tentar fazer melhor.”

Talvez seja isso que significa se redimir: não fingir que nada aconteceu, mas também não carregar para sempre uma sentença que nós mesmos escrevemos.

Porque eu, nós, somos absolutamente bons do jeito que somos — inclusive quando somos imperfeitos.

Isso não significa que tudo o que fazemos é certo. Significa apenas que um erro não precisa apagar todo o resto.

E talvez aceitar isso em mim também me ajude a aceitar nos outros.

A pensar duas vezes antes de julgar alguém e suas escolhas. A lembrar que não conheço todas as circunstâncias, todas as dores, todos os medos e todas as contradições que levaram uma pessoa até determinado lugar.

A vida fica mais leve quando a gente deixa de exigir de si e dos outros uma espécie de pureza impossível.

E eu quero essa leveza.

Quero ter tempo para me apaixonar.

Quero dançar sem pensar demais.

Quero cozinhar cantarolando pela casa.

Quero rir até doer a barriga.

Quero sorrir com verdade.

Quero poder mudar de ideia sem sentir que estou traindo quem eu era ontem.

Quero poder reconhecer que uma escolha não funcionou sem transformar isso em prova de que sou incapaz de escolher.

Quero continuar tentando ser uma pessoa melhor, mas não às custas de deixar de gostar da pessoa que já sou.

Talvez amadurecer tenha um pouco disso: perceber que melhorar não precisa significar se consertar o tempo inteiro.

Posso querer ser mais consciente sem acreditar que sou inconsciente.

Posso querer ser mais amorosa sem concluir que não sei amar.

Posso reconhecer meus erros sem me tornar o meu próprio algoz.

E, quando penso nas decisões que tomo, percebo que existe uma coisa que quero preservar cada vez mais: o meu eu inviolável.

Assim como quero considerar ao máximo que minhas escolhas não prejudiquem ninguém, quero considerar também o que elas fazem comigo.

Porque não quero construir uma vida inteira tentando ser uma pessoa boa para os outros enquanto, no processo, me abandono.

Quero ter responsabilidade, mas também liberdade.

Quero ter consciência, mas também espontaneidade.

Quero cuidar dos outros, mas sem esquecer que eu também sou alguém de quem preciso cuidar.

No fim, talvez o fundamental seja mesmo o amor.

Não apenas o amor que oferecemos.

Mas aquele que aprendemos, aos poucos, a oferecer a nós mesmos.

Um amor que não passa a mão na nossa cabeça quando erramos, mas também não nos abandona por causa dos nossos erros.

Um amor capaz de dizer: você poderia ter feito melhor.

E, ainda assim:

você continua sendo digna de amor.

Talvez seja essa a pessoa melhor que eu sempre quis ser.

Não uma versão impecável de mim.

Só alguém que consegue errar, reconhecer, aprender, perdoar e continuar.

Mais leve.

Mais inteira.

Mais eu.



QUERO LER O POST COMPLETO

A vida está começando pela centésima vez


A vida está começando pela centésima vez


Ando esquisita.

Tenho essa constante sensação de que espero num limbo, num meio-lugar oco, num espaço vazio entre o que a minha vida já foi e o que ainda pode ser.

É como se eu me sentasse numa encruzilhada bizarra onde são zilhões de caminhos que se trançam em direções diferentes. Eu olho para todos, mas não sei qual escolher. Há muito tempo minha cabeça não cala a boca. Trabalha o tempo inteirinho tentando prever o destino exato de cada curso, como se fosse possível olhar para uma estrada e saber, antes de colocar os pés nela, onde exatamente ela vai terminar.

É essa ânsia por controle. Por conhecer cada poeira do chão. Sempre, sempre ela.

Talvez eu tenha passado tempo demais tentando descobrir qual era o caminho certo.

A gente cresce acreditando que, em algum momento, a vida vai finalmente se organizar. Primeiro vem a escola, depois a faculdade, depois o trabalho, depois alguma espécie de estabilidade que ninguém sabe explicar muito bem, mas que parece estar sempre logo ali na próxima esquina. Existe uma ordem invisível que nos ensinam a seguir, e durante muito tempo eu simplesmente fui seguindo.

Até que, em algum momento, percebi que não sabia mais para onde estava indo.

E o curioso é que não aconteceu nenhuma grande tragédia. Não houve um momento cinematográfico em que tudo desmoronou e eu precisei reconstruir minha vida do zero. Foi mais silencioso do que isso.

Algumas coisas simplesmente deixaram de fazer sentido.

Algumas certezas perderam a força. Algumas versões de mim ficaram para trás. Algumas vontades que eu achava que seriam permanentes desapareceram sem fazer alarde.

E então sobrou essa coisa estranha chamada liberdade.

Eu achava que queria ser livre.

Agora que sou, não me lembro mais de como escolher.

Talvez seja esse o preço de passar tanto tempo seguindo caminhos que não são exatamente nossos. A gente se acostuma tanto com a ideia de que existe uma direção correta que, quando finalmente pode escolher, confunde liberdade com perigo.

Cada possibilidade parece enorme demais.

E cada direção da estrada é um espaço liminar diferente: um lugar que reconheço sem jamais ter visitado, uma amada lembrança da infância que não me pertence.

É estranho como o futuro consegue ter gosto de nostalgia.

Às vezes olho para uma possibilidade e sinto como se já tivesse vivido aquilo. Outras vezes, algo completamente novo me parece familiar. Cada caminho carrega um pedaço de alguma coisa que fui, alguma coisa que quis ser, alguma coisa que talvez nunca tenha sido.

“Já estive aqui antes, mas não sei onde estou.”

Talvez seja por isso que tudo pareça tão confuso.

Tudo que vejo é uma mistura indistinta de chance e memória.

Tenho vontade de fazer mil coisas e, ao mesmo tempo, vontade de não fazer coisa nenhuma. Quero mudar, mas também quero ficar. Quero estabilidade, mas tenho medo de passar mais uma vez anos construindo uma vida que não parece minha. Quero saber o que vem depois, mas sei que, se soubesse, provavelmente encontraria algum outro detalhe para me preocupar.

Minha cabeça insiste em transformar todas as possibilidades em planilhas imaginárias.

E se eu escolher isso?

E se eu escolher aquilo?

E se eu estiver perdendo tempo?

E se eu estiver atrasada?

E se eu finalmente estiver no caminho certo?

E se não existir caminho certo nenhum?

Talvez essa última pergunta seja a mais difícil.

Porque existe uma espécie de conforto perverso em acreditar que, se pensarmos o suficiente, conseguiremos encontrar a escolha perfeita. Como se houvesse uma combinação exata de decisões capaz de garantir que nunca vamos nos arrepender.

Mas talvez escolher seja justamente aceitar que não existe garantia.

Que toda estrada tem partes bonitas e partes chatas. Que algumas escolhas só parecem certas depois que já foram feitas. Que algumas coisas só conseguimos entender olhando para trás. Que podemos entrar em uma rua, andar alguns quilômetros e descobrir que não queremos mais estar ali.

E podemos voltar.

Podemos mudar.

Podemos começar de novo.

Talvez seja isso que eu ainda esteja aprendendo: que começar de novo não significa necessariamente que fracassamos no começo anterior.

Às vezes significa apenas que crescemos para além dele.

Acho engraçado pensar que, aos poucos, fui deixando de acreditar que precisava ter uma identidade completamente definida. Como se eu precisasse decidir de uma vez por todas quem sou, o que quero, onde quero morar, com quem quero estar, que trabalho quero fazer, que tipo de vida quero construir — e então passar o resto dos anos apenas executando esse projeto.

Mas eu não sou um projeto.

Sou uma pessoa.

E pessoas mudam de ideia.

Talvez eu esteja justamente naquele intervalo desconfortável entre uma versão minha que já conheço e outra que ainda não sei quem será.

É um lugar estranho.

Não tenho mais algumas das certezas que tinha antes, mas ainda não encontrei novas certezas para colocar no lugar.

E talvez tudo bem.

Talvez eu não precise preencher imediatamente todos os espaços vazios.

Talvez eu possa simplesmente ficar aqui por um tempo.

Sentada nessa encruzilhada absurda, olhando para todas as estradas, sem precisar escolher uma hoje.

A vida não precisa ser resolvida numa quinta-feira à noite.

Nem neste mês.

Nem neste ano.

Talvez eu possa caminhar um pouco por uma estrada só para descobrir como ela é. Sem transformar cada passo em uma decisão definitiva. Sem exigir que cada escolha tenha um significado profundo. Sem precisar saber se aquilo vai durar cinco anos ou cinco dias.

Talvez liberdade seja menos sobre saber escolher e mais sobre saber que posso escolher novamente.

E é estranho perceber que, depois de tanto tempo tentando descobrir exatamente para onde estou indo, talvez eu finalmente esteja começando a entender que não preciso saber.

Minha vida está começando.

Pela centésima vez essa semana.



QUERO LER O POST COMPLETO

22 coisas para fazer antes dos 30

Oi pessoal! Tudo certo com vocês? Assim, digamos que estou reciclando alguns posts antigos. Esse eu fiz ainda no inicio da vida do blog e olhando lá e cá, vi que queria muito compartilhar novamente, até porque naquela época o blog tinha poucas visualizações e a maioria que me acompanha agora talvez não tenha visto esse post. :)


Se tem uma coisa que gosto é de fazer listas, então para que você aproveite a sua vida de maneira mais intensa preparei uma lista de coisas, que para mim já são coisas suficientes para refletir a respeito de mim mesmo, onde estive, o que fiz e o que virá pela frente à medida em que vou deixando meus vinte e tantos anos para trás.

1 - Leve seus pais a um jantar chique e pague a conta. Agora que você está finalmente a caminho de sua independência financeira, mostre aos seus pais o quão longe você veio, levando-os a um jantar - talvez até mesmo a um restaurante ao qual eles nunca iriam - e dê a eles uma noite maravilhosa. 

2 - Aprenda a mergulhar. Com 71% da superfície do mundo coberta por água, aprender a mergulhar com cilindro de oxigênio é a maneira mais rápida de chegar a uma "outra dimensão". 

3 - Candidate-se ao emprego dos seus sonhos. Não importa quão difícil ou competitiva seja a oportunidade, você vai se sentir melhor sabendo que não desiste de si mesmo.

4 - Comece o seu próprio blog. A esta altura de sua vida, você teve muitas experiências com as quais outras pessoas poderiam aprender. No processo de criar um blog, você poderá até encontrar um público. Você também poderá achar que seja terapêutico deixar o mundo saber o que você pensa. Isso poderá até mesmo servir como um portfólio de redação, caso esteja procurando um novo emprego.

5 - Viva sem tecnologia ao menos por uma semana. Acredite, às vezes é isso que falta para você conseguir se conectar consigo mesmo.

6 - Abra um negócio. O empreendedorismo é superquente para a próxima geração, e não há nada melhor que a satisfação de encontrar o seu propósito em seu próprio empreendimento. E, a propósito, não há hora mais inteligente para assumir um risco do que em seus 20 e tantos anos. Como Tony Gaskins disse: “Se você não construir seu próprio sonho, alguém vai contratá-lo para ajudar a construir o dele”.

7 - Suba até Machu Picchu. Embora este seja um item obrigatório para realizar durante o período de uma vida, vê-lo antes de completar 30 anos fornecerá uma conexão espiritual que poderá durar uma vida.

8 - Aprenda um segundo, ou terceiro idioma. Isso vai lhe permitir explorar novas oportunidades e experimentar novos ambientes.

9 - Leia uma livro clássico em outro idioma. Lidar com os seminais "100 Anos de Solidão", de Gabriel García Márquez, em seu espanhol nativo é coisa para gente de coração forte, mas realmente não existe outra maneira de experimentar o poder de sua prosa. Então, seja em espanhol, francês ou russo, vá em frente e aprenda outro idioma e sinta a experiência.

10 - Aprenda a fazer codificações. Se a ideia de código o assusta, faça algumas aulas junto com um amigo. Se essa não for a sua praia, você pelo menos terá uma ideia melhor de como todos os grandes aplicativos que você adora em seu telefone realmente funcionam.

11 - Viaje a um país estrangeiro. Viajar a um país estrangeiro não é tão louco quanto parece. Não há melhor maneira de aprender a respeito de uma nova cultura e sobre si mesmo do que experimentando isso. Isso nos obriga a conhecer novas pessoas e conversar com os moradores locais com mais frequência.

12 - Experimente um esporte radical. À medida em você se prepara para os seus 30 anos, é sempre bom se preparar para o inesperado. Nada deixará você mais pronto para as rápidas mudanças de ritmo que virão em sua direção como uma nova aventura ao ar livre.

13 - Encontre a sua vocação. Nada melhor do que fazer o que a gente gosta e saber que, de alguma maneira, está contribuindo para um mundo melhor. Quem faz com amor, sempre faz bem.

14 - Estipule uma meta e cumpra. Seja ela economizar, emagrecer, etc.

15 - Veja o mundo de algum topo. Mais um momento que você poderá refletir sobre si mesmo e a força que rege o mundo. 

16 - Adote. Um bicho, um projeto, uma ideia, uma palavra.

17 - Prove comidas exóticas. Mude, inove e dê outro gosto a sua vida.

18 - Aceite-se como és. Tem uma hora que é preciso para de brigar com seus defeitinhos e aceitar suas diferenças.

19 - Faça um passeio de balão. Só porque parece divertido mesmo e não deixa de ser uma experiência.

20 - Comprar roupas em brechó. Tente ao menos uma vez. O mundo da moda está sempre lançando novidades e não tem como acompanhar as tendências, tendo consciência de que os recursos naturais em nosso ambiente está cada vez mais escasso.

21 - Ponha suas finanças em ordem. Nunca é cedo demais para definir metas para um futuro financeiro responsável.

22 - Apaixone-se. Encontrar e experimentar o amor é sempre uma experiência engrandecedora e vai que numa dessas, esse alguém seja o que vai compartilhar com você ou seus 30, 40, 50 anos de forma mais agradável e plena.

Espero que tenham gostado! Se quiserem acrescentar algo, fiquem a vontade.
Beijos.

Se quiser me acompanhar nas redes sociais:
Snap: franciklein @blogdelirioscotidianos Youtube
QUERO LER O POST COMPLETO

Grandes recompensas não vem sem sacrificios

Faz tempo que eu vinha reclamando da vida que estava levando, mesmo o destino me sendo extremante bondoso. Reclamava das poucas horas de sono, do quão cedo tinha que acordar, das horas que precisava me manter de pé, do pouco tempo para o almoço, das diversas obrigações que me eram impostas, da falta de cordialidade das pessoas, dos dias de chuva, do trânsito, do calor intenso...

Eu realmente acreditava que a vida, essa senhora seria capaz de realizar os meus sonhos, mesmo insistindo em testar nossas reais vontade, achava, que a vida por obrigação, deveria me estender o tapete vermelho do comodismo e, ao invés de continuar me abrindo janelas, das quais eu, eventualmente deveria pular para ter acesso a possíveis vitórias, ela deveria arreganhar belas e majestosas portas. Tosco, não?

Precisei parar de enxergar beleza na vida para entender que realizar sonhos não tem nada a ver com fazer isso de forma fácil, simples e extremamente indolor. Como os antigos diziam: - grandes recompensas não vêm sem grandes sacrifícios. Significantes vitórias não chegam sem que eu antes abdique de enormes vontades. É preciso perder menos tempo reclamando e gastar mais tempo agindo, se eu quiser chegar a algum lugar.

Depois que todas essas fichas foram caindo como quem brinca de levantar dominós e fazer deles cascata, comecei a policiar os meus pensamentos. Entendi que tudo, completamente tudo na vida tem energia. Seguindo essa lógica, cuidar dos pensamento é o primeiro passo. Eles, talvez, tenham as maiores forças da natureza. Só que a gente menospreza. A gente, de um jeito feio e pouco sensato, acaba pensando besteiras demais e entupindo o nosso fluxo de más vibrações, impedindo assim que as as coisas boas aconteçam.

A partir disso comecei a agradecer. Agradecer, pois sei que tenho conquistado muita coisa. Dados passos largos, ainda que a olho nu, eu não tenha saído do lugar. A gente perde tempo demais reclamando do sol, da chuva, do frio, do calor, do vento, das poucas horas de sono, das muitas horas de pé, dos compromissos, das obrigações, das poucas horas de lazer, mas... viver é isso. É saber renunciar. Principalmente as coisas que drenam o nosso curto tempo.

Hoje, diante da quantidade de sonhos que tenho, não vou reclamar sem agir. Nem dormir e me deixar levar pela preguiça, ou pelo comodismo. Pode até acontecer de eu pegar no sono esperando o meu ônibus passar, mas quando minha hora chegar, ah... quando minha hora chegar, cada segundo de sacrifício terá válido a pena.

Se quiser me acompanhar nas redes sociais:

Snap: franciklein @delirioscotidianos_fk Youtube
QUERO LER O POST COMPLETO

Valorizando as pequenas coisas

Oi gente! Tudo certo com vocês? Hoje eu quero compartilhar com vocês uma ideia que vi em alguma página no Facebook e achei super bacana!

O ano de 2015 passou e vi muita gente contando que foi um ano ruim, um ano difícil. O que não tenho duvida, em âmbito financeiro e questões de saúde de familiares pra mim também foi dificil. Mas sabe, no finalzinho dele pensando nas dificuldades que passei com minha família me veio a cabeça, poxa estamos todos aqui ainda, como posso reclamar desse ano? Se as pessoas que mais amo continuam me cercando e enchendo de alegria?

No intuito de fazer de 2016 um ano bom e feliz eu vou aderir a uma ideia super simples.

Eu peguei um vidro de pepino mesmo, desses de conserva. Dei uma decorada simples, pintei a tampa, como não tinha muita criatividade o intitulei apenas 2016 e coloquei um laço. Comprei diversas folhas de papel colorido e agora, toda vez que alguma coisa boa me acontecer, não importa quão pequena seja, contanto que tenha me feito sorrir, eu irei escrever em um papel porque estou feliz, vou dobra-lo e coloca-lo no pote. Dai no final de 2016 eu verei quantos pequenos presentes a vida me deu!

Achei interessante por que às vezes o tempo passa rápido, ou os dias são tumultuados mesmo e esquecemos das coisas que nos fizeram sentir bem naquele dia e isso nos ajuda a acumular boas lembranças.

Ahhhh, o primeiro papel que coloquei no meu vidro foi "O primeiro almoço do ano em família". Gratidão! :)

Espero que tenham gostado, se resolverem fazer o mesmo me contem depois!

Obs.: essa semana não seguirei nenhuma programação especifica com o blog, vou definir as metas para meu ano e para com o blog e compartilhar com vocês.

Embora essa figura tenha me feito refletir sobre o fato de ficar impondo metas nos meus dia, eu não sei viver sem, mas vou focar naquilo que meu coração almeja o que já é um inicio.

Grande beijo, Fran.

Para quem quiser me acompanhar nas redes sociais:
QUERO LER O POST COMPLETO

Um belo dia resolvi mudar, e rever tudo que eu devia vestir...

Oi gente! Tudo certo com vocês? O assunto de hoje é muito sério! Hahaha tô brincando. Mas na verdade pra mim é algo que me incomoda a algum tempo já e tem a ver com estilo. Outro dia estava lendo os posts do Blog Vacas Magras da blogueira Amanda Inácio e o post intitulado 3 passos para encontrar seu estilo me chamou a atenção. Sabem, até hoje eu tentei de tudo para me encontrar em algo que me fizesse sentir como realmente sou, sem ser sem graça e sem sal, queria demonstrar a personalidade forte que possuo.O problema é que nunca me dei conta que, nessa tentativa desesperada de me achar, eu sempre sai por ai comprando peças aleatórias, sem sequer pensar na combinação com outras peças e mais, se de fato tem a ver comigo. Isso é horrível, hoje tenho um acumulo de coisas que não curto no meu guarda-roupa e adivinhem, pra onde quer que eu tenha que ir, não tenho roupa por consequência disso. Hehe
A onde quero chegar com esse discurso? Pois bem, adoro imensamente listas e como o fim do ano está chegando, claro que eu já iniciei minha lista de metas para 2016. E mais, quero fazer uma limpa no meu guarda-roupa, me reinventar e me encontrar. Me olhar no espelho e me sentir bonita, para isso o meu primeiro passo será na determinação do meu estilo, vou seguir os passos da colega blogueira e depois trabalhar minha auto-estima que tá cada vez mais caída. Mas o melhor é que quero tentar trazer essa transformação aqui, quero compartilhar com vocês, quero suas opiniões e ajuda.

Essa pessoa que enxergo todos os dias no espelho não me cabe mais, essa cara já não é minha.

"A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro."

E vamos lá! O objetivo é mudar para melhorar a mente e o espirito! Beijos, Fran.
QUERO LER O POST COMPLETO

Resenha: filme Marley

Oi gente! Hoje eu vou falar sobre o filme Marley, já faz algum tempo que assisti e achei muito bom esse documentário da vida de Bob Marley.

Obs.: pode conter spoilers.

Sinopse: a vida do cantor, compositor e guitarrista Bob Marley, ícone do reggae mundial e um dos responsáveis por sua popularização. Dirigido por Kevin Maconald, é o primeiro filme a ter autorização de sua família para usar imagens do arquivo pessoal do músico. Adoro Cinema.

Marley é um documentário baseado em fatos reais, no qual conta a história do cantor de reggae jamaicano, Bob Marley. O diretor Kevin Maconald mostra com o filme que Marley não era apenas um cara preguiçoso e maconheiro, mostra ele na verdade como um cara trabalhador e ambicioso. 

Nascido em 1945 na cidade de Nine Mile, Marley passou seus anos de formação nos guetos de Kingston, onde se voltou para a música. Evoluindo para o reggae quando Marley se tornou um rastafári. A independência jamaicana, em 1962, coincide com a formação do The Wailers (a banda do Bob Marley). Eles andaram juntos com a história da Jamaica, no qual se tornaram porta-vozes. Por isso a música de Bob nos anos 1970 está vinculada a situação política e com a posição da Jamaica como um tipo de Estado de representação na Guerra Fria. Hits como "No woman, no cry", fizeram com que ele se tornasse um astro internacional. Marley morreu em 1981 em decorrência de um melanoma.

Trailer



Para quem curte histórias reais e gosta de ver o melhor lado das pessoas, vale muito a pena olhar esse documentário! Espero que tenham gostado e não esqueçam de me contar se assistiram. ;)

Beijos, Fran.
QUERO LER O POST COMPLETO

Caçando emoções, ou não

Oi gente! Na verdade não sei bem qual é o foco do post de hoje, talvez seja apenas um desabafo.



Final de semana assisti a um filme chamado Caçadores de Emoção com Keanu Reeves e Patrick Swayze (estou na onda de rever clássicos da sessão da tarde), gostei bastante do filme, ele era um pouco louco e os personagens viviam todas as emoções no limite. Coisa que não fazemos, coisa que não se vê com frequência no dia-a-dia, a maioria de nós está tão acomodado cursando o que não gosta, no trabalho que o deixa infeliz, na relação por falta de opção ou por medo de ficar sozinha que acaba contendo suas emoções, essas mesmas que nos distinguem como seres humanos.

Então eu comecei a reavaliar a minha própria vida, hoje eu tenho 23 anos e minha principal incógnita é se realmente estou feliz com as escolhas que fiz até agora. Pela dificuldade de levantar de manhã para ir ao trabalho e por passar o dia pensando em voltar para casa, posso concluir que não estou 100%. Tá eu sei que felicidade e tristeza tem seus momentos e ambos não duram para sempre, mas me parece que o curso que minha vida está tomando não está me deixando satisfeita. Estou tão envolvida com os estudos e o trabalho, que parece que essas duas coisas estão fazendo com que me distancie das pessoas que amo e das coisas que me fazem feliz. O que mais me assusta é ver pessoas que vivem assim, conviver com pessoas assim e sem querer me ver assim no futuro. Eu tenho fome de vida e de coisas que propiciem meu crescimento interno. Mas acredito que isso não se dá apenas com a cara enfiada nos livros, conhecer pessoas, lugares, culturas, viver experiências nos ensina muito mais do que pode estar nos livros (gente, só para constar eu amo ler, mas talvez nem tanto somente leituras relacionadas ao meu trabalho). Não almejo ser uma economista de sucesso, nem mesmo construir castelos aqui, meu desejo é viver, de maneira plena e intensa.

Mas enquanto eu não tenho coragem de largar tudo para ir vender minha arte na praia, continuo aqui compartilhando com vocês meus medos e inseguranças. E deixo essa música, que diz muito sobre meu estado de espirito nesse momento.

"No man can contend with her forces
yet she is so fragile
shes got countless brave white horses
in her arms Im just a child"

Beijos, Fran.
QUERO LER O POST COMPLETO

Pesquisar este blog