34 coisas que aprendi em 34 anos

34 coisas que aprendi em 34 anos

Hoje faço 34 anos e nada mais justo do que compartilhar por aqui alguns dos aprendizados que, em parte, levei um certo tempo para aprender.

Não só isso: ando com uma saudade de ver posts assim em blogs e sites atuais. Parece que tudo está tão voltado para vender, vender e vender que chega a ser cansativo. Não digo que não vou trazer algumas wishlists por aqui — afinal, como uma boa nerd, a gente sempre quer alguma coisinha que seja referência das coisas que ama. Mas também quero que este espaço continue sendo um lugar para falar da vida, das coisas que penso e das pequenas descobertas que vou fazendo pelo caminho.

Sem mais delongas, vamos à lista, que é o foco do post. Haha.


1. Amizades terminam

É importante entender o fluxo da vida e aceitar que algumas pessoas deixam de fazer sentido na nossa vida. Pode ser que o carinho e a admiração permaneçam, mas, para uma amizade se manter firme, precisamos nutri-la. Precisamos de tempo, presença e esforço. Se só você está se esforçando para manter uma amizade, talvez seja um sinal de que está na hora de deixar ir.


2. Abraçar o tédio é importante

Sério. Ter momentos de tédio, longe das redes sociais, faz com que nossos momentos de lazer se tornem muito mais prazerosos. Quando a gente passa um tempo sem estímulo o tempo inteiro, até as coisas simples ficam mais interessantes. E, de certa forma, quando conhecemos o tédio, a alegria ganha um gostinho ainda melhor.


3. Fazer exercícios físicos, se alimentar bem e ter uma rotina de sono realmente faz bem

Isso não é papo de coach. Pode até parecer um sacrifício sair de casa para ir à academia — eu mesma sou uma odiadora de exercícios físicos —, mas amo a sensação depois do treino e o tanto que sinto que estou pronta para ganhar o mundo depois de uma horinha de tortura.


4. Depois dos 30, vale a pena começar a prestar mais atenção na própria saúde

Fazer consultas e exames de rotina, acompanhar como estão as vitaminas e não ignorar sinais que o corpo dá. Às vezes, aquele cansaço persistente pode ter uma explicação física que merece ser investigada. Nosso corpo muda com o tempo e cuidar dele antes que alguma coisa se torne um problema maior é uma forma de carinho com a gente mesma.


5. A gente se sente perdida e frustrada algumas vezes

Mesmo quando está tudo relativamente bem na carreira e na vida pessoal, isso acontece. Não significa que você tomou as decisões erradas ou que todo mundo está avançando enquanto você ficou para trás. Às vezes, estar perdida é simplesmente uma parte da caminhada.


6. Adultos são crianças grandes, só que com mais responsabilidades

Então, nem toda implicância de pai e mãe precisa ser levada para o lado pessoal. Às vezes, eles também não sabem o que fazer com as próprias frustrações e acabam descontando justamente em quem está mais perto. Isso não significa aceitar qualquer comportamento, mas entender que nossos pais também são pessoas imperfeitas tentando descobrir como viver.


7. Viva no presente

A vida tem outro sabor quando você consegue aproveitar o aqui e o agora de corpo presente. A gente perde tempo demais vivendo no passado ou imaginando o futuro e esquece que a única parte da vida que realmente está acontecendo é esta.


8. Eu sei o quanto é bom ficar quietinha em casa, sozinha e na paz

Só que somos seres sociáveis e precisamos de algum tipo de conexão para também conseguirmos apreciar nossos momentos de solitude. A solidão prolongada pode se tornar pesada. Ter pessoas com quem conversar, rir, sair ou simplesmente compartilhar alguma coisa faz diferença.


9. Uma vida simples pode ser mais significativa do que uma vida de ostentação nas redes sociais

Se você aprender a apreciar a companhia de um bichinho, uma leitura no parque, um café passado na hora ou uma tarde tranquila em casa, vai perceber que a vida brilha — e brilha muito — dentro de uma rotina comum.


10. Não coloque o peso da sua felicidade em cima de outra pessoa

Só a gente pode construir a própria felicidade. Quando estamos bem com quem somos, conseguimos desenvolver relações que acrescentam à nossa vida em vez de esperar que alguém venha preenchê-la inteira.


11. Ninguém vai te amar exatamente como você deseja ser amada

Isso é frustrante, principalmente para quem cresceu vendo os romances fofinhos e lindos dos filmes. A verdade é que cada pessoa ama de uma maneira. Podemos encontrar alguém que nos ame muito, mas dificilmente alguém vai amar exatamente da forma que imaginamos. E talvez parte da maturidade seja aprender a reconhecer as diferentes formas de amor sem abandonar aquilo que é importante para nós.


12. Não viva pelo outro

Na sua vida, você é a personagem principal. Então nada de se colocar de lado para dar todos os holofotes para outras pessoas. Amar, cuidar e estar presente para quem você ama é maravilhoso, mas você também precisa continuar existindo dentro da própria história.


13. A vida é uma só — e não tem problema nenhum recomeçar

Aos 30, aos 34, aos 40, aos 50... Você não perdeu o prazo para se tornar quem gostaria de ser. Enquanto estiver aqui, ainda existe tempo para mudar de carreira, aprender alguma coisa nova, se apaixonar, terminar uma relação, começar outra, mudar de cidade, fazer uma viagem ou simplesmente descobrir que aquilo que você queria aos 20 já não faz mais sentido.

A vida não vem com uma idade limite para os recomeços. Então aproveite e faça aquilo que ainda sonha fazer enquanto estiver aqui.


14. Dinheiro compra liberdade

Ele pode até não trazer felicidade, mas ter dinheiro para pagar as contas, para poder dizer não para algumas situações ruins e ter uma reserva já muda muita coisa.


15. Não existe uma idade certa para estar com a vida resolvida

A gente cresce acreditando que em determinada idade vai saber exatamente quem é, o que quer fazer, onde quer morar, com quem quer estar e quanto dinheiro quer ganhar. Aí chegam os 30 e você percebe que ninguém recebeu esse manual. Tem gente que encontra sua profissão aos 20, outras aos 40. Tem gente que casa, descasa, muda de cidade, começa outra faculdade, abre uma empresa ou decide que não quer nada disso. A vida não é uma prova com data marcada para entregar.


16. A internet fez parecer que todo mundo está vivendo uma vida muito mais interessante que a nossa

É muito fácil olhar para o Instagram e achar que você está ficando para trás. Todo mundo viaja, compra casa, fica rico, se casa, tem filhos, muda de carreira, tem o corpo perfeito e ainda consegue fazer skincare às seis da manhã. Só que a gente está comparando a nossa vida inteira com pequenos recortes cuidadosamente escolhidos da vida dos outros.


17. Nem todo hobby precisa virar uma fonte de renda

Acho que essa é uma das coisas que mais demorei para perceber ainda mais agora que hobby virou um nicho de trabalho na internet. Se você gosta de cozinhar, pode vender comida. Se gosta de fazer crochê, pode abrir uma loja. Se gosta de ler, pode criar conteúdo sobre livros. E não há nada de errado nisso, mas também existe uma enorme liberdade em fazer alguma coisa simplesmente porque aquilo te deixa feliz. Nem tudo que amamos precisa pagar nossas contas.


18. Às vezes, uma oportunidade não é uma boa oportunidade para você

Aprendi a desconfiar um pouco dessa ideia de que precisamos agarrar absolutamente todas as oportunidades que aparecem. Algumas chegam com cara de sorte, mas custam nossa saúde, nosso tempo, nossa paz ou nos afastam da vida que realmente queremos construir. Dizer “não” para alguma coisa boa também pode ser uma decisão muito boa.


19. É possível sentir saudade de uma época da vida sem querer voltar para ela

Às vezes sinto saudade de momentos que vivi quando era mais nova, de determinadas pessoas, lugares ou até da pessoa que eu era naquela época. Mas isso não significa que eu queira voltar. A nostalgia tem essa capacidade estranha de deixar o passado bonito sem necessariamente nos fazer esquecer das razões pelas quais seguimos em frente.


20. Você pode mudar de opinião sobre quem você é

Acho muito estranho quando tratamos personalidade como se fosse uma coisa completamente imutável. “Eu sou assim” pode ser uma explicação, mas também pode virar uma prisão. Podemos descobrir que gostamos de coisas que nunca imaginamos, mudar nossa maneira de nos relacionar, abandonar sonhos antigos e criar novos. Aos 34 anos, acho cada vez mais confortável admitir que ainda estou descobrindo quem sou.


21. Nem toda pessoa que entra na nossa vida precisa ficar para sempre.

Algumas pessoas chegam para acompanhar uma fase específica e cumprem um papel importante nela. Isso não torna aquela relação menos verdadeira. Acho que existe uma pressão enorme para transformar todo vínculo em algo permanente, quando algumas pessoas simplesmente caminham ao nosso lado durante alguns quilômetros e depois seguem por outro caminho.


22. Aprender a dizer não é uma das coisas mais difíceis e mais libertadoras

A gente aprende desde cedo a ser agradável, educada, disponível e prestativa. Só que, muitas vezes, isso significa aceitar coisas que não queremos para não decepcionar ninguém. Depois de um tempo você percebe que cada “sim” que dá contra a própria vontade também é um “não” para alguma coisa que gostaria de fazer. Não quero passar o resto da vida tentando ser uma pessoa agradável para todo mundo.


23. Não precisamos transformar tudo em conteúdo

Talvez essa seja uma das razões pelas quais sinto tanta saudade dos blogs antigos. Existia uma época em que você podia simplesmente contar uma história sem pensar em algoritmo, retenção, engajamento ou se aquela experiência renderia três Reels. Algumas coisas são melhores quando ficam apenas como uma lembrança nossa. Nem todo momento precisa ser fotografado, publicado ou transformado em uma narrativa bonita.


24. Ter uma casa confortável vale mais do que ter uma casa bonita para os outros

Depois de passar tanto tempo vendo decoração perfeita na internet, percebi que uma casa boa não é necessariamente aquela que parece uma página de revista. É aquela em que você consegue andar descalça, deixar uma manta no sofá, ter um gato ocupando o lugar mais caro da sala e preparar um café sem medo de sujar alguma coisa. Quero uma casa que seja bonita para mim, não para uma fotografia.


25. A natureza faz a gente lembrar que a vida não precisa ser produtiva o tempo inteiro

Uma árvore não tem pressa para crescer. Uma planta não fica frustrada porque ainda não deu frutos. Um gato consegue passar metade do dia dormindo sem sentir culpa por isso. A gente, por outro lado, transformou até o descanso em uma tarefa que precisa ser otimizada. Talvez observar um pouco mais a natureza seja uma boa maneira de lembrar que existir também é uma atividade.


26. Cuidar de alguém é aceitar que você não consegue controlar tudo

Isso vale para pessoas, animais e até para algumas situações da vida. Quando a gente ama alguém, existe uma vontade enorme de proteger, resolver, antecipar problemas e impedir que coisas ruins aconteçam. Só que não temos esse poder. Podemos fazer o nosso melhor, oferecer cuidado e estar presentes, mas existe uma parte da vida que simplesmente não está sob nosso controle. E aprender isso é doloroso, mas necessário.


27. Não existe vergonha nenhuma em querer uma vida simples

Durante muito tempo pareceu que o objetivo da vida adulta era ter cada vez mais: uma casa maior, um carro melhor, viagens mais caras, roupas melhores, mais dinheiro e mais coisas para mostrar. Hoje eu acho que uma vida boa pode ser justamente o contrário disso. Ter dinheiro suficiente, uma casa gostosa, bichos, algumas plantas, pessoas queridas, tempo para fazer as coisas que gosto e a possibilidade de tomar um café tranquila parece um ótimo jeito de viver.


28. Algumas decisões só parecem erradas porque demoramos para ver onde elas vão nos levar

Acho que existe uma tendência enorme de olhar para trás e pensar que deveríamos ter escolhido diferente. Mas fazemos escolhas com as informações que temos naquele momento, e não com o conhecimento que teremos dez anos depois. Talvez aquela escolha que hoje parece um erro tenha sido justamente o caminho que nos levou a conhecer pessoas, aprender coisas ou descobrir o que realmente queremos.


29. Não é preciso transformar toda tristeza em uma lição

Às vezes uma coisa ruim simplesmente foi ruim. Perdemos pessoas, animais, oportunidades e momentos que gostaríamos de ter vivido de outra maneira. Nem tudo precisa terminar com “mas eu cresci com isso”. Algumas coisas doem e continuam doendo, e acho que também existe maturidade em aceitar que nem toda experiência precisa ter um lado positivo escondido.


30. Descansar antes de estar completamente exausta é muito melhor do que esperar o corpo obrigar você a parar

A gente trata cansaço como se fosse uma medalha. Fala que está cansada com orgulho, como se ter uma agenda lotada fosse prova de que estamos fazendo alguma coisa importante. Só que o corpo cobra. Aprendi que dormir, ficar em casa, não fazer nada e simplesmente ter um dia mais lento não é desperdício de tempo. Às vezes é justamente o que permite continuar.


31. A comparação rouba uma quantidade absurda de alegria

Sempre vai existir alguém ganhando mais, viajando mais, sendo mais bonita, mais inteligente, mais bem-sucedida ou vivendo alguma coisa que você gostaria de viver. Se eu ficar olhando para isso o tempo inteiro, nunca vou conseguir aproveitar aquilo que tenho. Não significa que não devemos ter ambição. Significa apenas que quero usar a vida dos outros como inspiração, e não como régua para medir se a minha está dando certo.


32. Ainda dá tempo de fazer coisas que eu achava que já deveria ter feito

Talvez essa seja uma das coisas que mais gosto de ter entendido depois dos 30. Ainda posso aprender uma profissão nova, estudar, viajar, ganhar mais dinheiro, plantar uma árvore, comprar um terreno, começar um projeto, conhecer pessoas novas e descobrir novos interesses. Não preciso olhar para os 20 anos como se eles fossem o último prazo para construir uma vida interessante.


33. A gente nunca sabe exatamente onde a vida vai levar

Eu gosto e detesto isso ao mesmo tempo. Podemos fazer planos, listas, metas e planilhas, mas sempre existe alguma coisa que aparece no caminho e muda tudo. Uma pessoa que conhecemos, uma oportunidade inesperada, uma perda, uma mudança de cidade, uma decisão tomada numa terça-feira qualquer. Talvez a vida seja justamente essa mistura de planejamento e acaso.


34. Eu ainda não sei exatamente o que estou fazendo

Aos 34 anos, eu poderia terminar essa lista dizendo que finalmente descobri como a vida funciona. Mas a verdade é que não descobri. Ainda tenho dúvidas, ainda mudo de ideia, ainda tenho medo de algumas coisas e ainda faço planos que talvez nunca aconteçam. Só que hoje isso me assusta muito menos. Talvez amadurecer não seja finalmente ter todas as respostas, mas ficar mais confortável com a ideia de que algumas perguntas vão continuar sem resposta.




QUERO LER O POST COMPLETO

De volta à blogosfera (e ao meu pequeno delírio cotidiano)

De volta à blogosfera (e ao meu pequeno delírio cotidiano)


Faz um bom tempo que não venho ao blog de coração aberto para falar das coisas que realmente fazem sentido na minha vida. Quando criei esse espaço, a ideia era ter um cantinho mágico, um refúgio das pendências da vida adulta.

O tempo foi passando e, à medida que o público crescia, fui me deixando levar pelas chamadas métricas. Posts de moda estavam tendo mais visualizações, gerando algum ganho com anúncios, algumas parcerias... Eu não gostava necessariamente de tudo o que postava, mas seguia o fluxo, entendendo que esse era o meu trabalho.

Acontece que aquilo que criei para me divertir e fugir dos momentos que pediam maior seriedade acabou se transformando em algo engessado, que me cansava mais mentalmente do que me divertia.

No último ano, me reencontrei em tantas coisas que gostava e havia esquecido: crochê, escrita, filmes, música. Até comecei a postar mais fotos aleatórias nas redes sociais, dessas que a gente não pensa muito antes de publicar. Só posta porque gostou, porque transmite vida sendo vivida de forma crua.

Só que eu estava sentindo falta de um espaço mais tranquilo, sem pessoas julgando tudo o que a gente gosta como performático. Foi aí que lembrei do meu pequeno delírio cotidiano e resolvi voltar para a blogosfera.

Não pretendo mais trazer conteúdo pensando no que vai engajar melhor com o público. Quero que esse espaço seja realmente um abraço em um dia difícil, um cantinho que tenha arte, livros, filmes, música, lugares, histórias e tudo aquilo que nos faça ver novamente o brilho da vida.

Talvez isso seja conhecido agora como “romantizar”, mas eu não quero apenas viver e compartilhar momentos extraordinários. Quero que voltemos a enxergar a beleza delicada e imperfeita dos dias comuns.

Com isso, espero encontrar mais pessoas que, como eu, andam meio nostálgicas com a vida. Nostálgicas daquela época em que a gente pertencia a um lugar simplesmente por amar determinado livro, por ter crush em determinados personagens de filmes, por compartilhar uma música ou descobrir que alguém também gostava daquela coisa meio estranha que ninguém mais parecia conhecer.

Sinto saudades daquele tempo em que as pessoas respeitavam os gostos individuais e não queriam nos enfiar goela abaixo que certas coisas são melhores por n fatores.

Não interessa o que é melhor. Só interessa o que nos faz sentir. E cada um sente à sua maneira.

Enfim, se existe alguém vivo aí, saiba que eu tô de volta — e com saudades desse nosso universo! ♡




QUERO LER O POST COMPLETO

Looks para o Natal no verão: ideias frescas, elegantes e confortáveis

Quando dezembro chega e o calor começa a pedir peças leves no lugar dos tramas pesadas, olhar para o guarda-roupa com um olhar curioso é quase obrigatório. No Brasil, o Natal no verão não é apenas um encontro familiar: é uma oportunidade de celebrar sob o sol ou à luz das luminárias, com tecidos que respiram e cores que conversam com o clima tropical. A missão, então, deixa de ser simplesmente escolher uma roupa e se torna montar um look memorável que una estilo, conforto e a magia dessa data especial.

Looks para o Natal no verão: ideias frescas, elegantes e confortáveis
QUERO LER O POST COMPLETO

Looks de festa de firma no final do ano: tendências, truques e inspirações

O fim do ano chega trazendo aquele clima festivo irresistível — e, claro, a tradicional festa de firma. É a oportunidade perfeita para celebrar conquistas, relaxar com colegas e, por que não, caprichar no visual. Mas o dress code desse tipo de evento costuma gerar dúvidas: como equilibrar elegância, personalidade e profissionalismo? A seguir, separei inspirações e dicas para montar looks que brilham na medida certa.

Looks de festa de firma no final do ano: tendências, truques e inspirações
QUERO LER O POST COMPLETO

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria

Quando pensamos em acessórios de inverno, logo vêm à mente cachecóis, gorros e boinas. Mas o boné, peça clássica do streetwear, tem conquistado espaço também nos dias frios. Além de proteger do vento e da chuva, ele adiciona personalidade e um toque urbano aos looks invernais.

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria



Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria


Boné + sobretudo


Para quem gosta de misturar estilos, combinar o sobretudo clássico com um boné esportivo cria um contraste moderno. Nos pés, aposte em um tênis chunky ou uma bota de cano curto para equilibrar o visual.

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria

Leia também: Casaco sobretudo: a peça chave do inverno


Boné + Jaqueta de Couro


A jaqueta de couro já carrega uma pegada descolada, e o boné reforça ainda mais esse mood urbano. Uma calça jeans preta skinny ou mom jeans completa a produção sem esforço.

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria



Boné + Moletom


Para um look confortável e estiloso, nada melhor do que moletom com boné. É uma produção perfeita para dias frios e informais, especialmente se finalizada com um tênis casual.

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria

Boné + Blazer


O blazer é sofisticado por natureza. Ao usar um boné, você quebra a formalidade e deixa o look mais leve e contemporâneo. É uma ótima opção para quem gosta de brincar com estilos.

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria

Veja abaixo mais algumas ideias de looks com boné:

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria

Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria



Looks de inverno com boné: estilo e conforto na estação fria

O boné deixou de ser apenas um acessório esportivo e hoje é um curinga nos looks de inverno, provando que estilo e conforto podem andar juntos.
QUERO LER O POST COMPLETO

Pesquisar este blog