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Eu também preciso caber dentro do meu próprio amor

Eu também preciso caber dentro do meu próprio amor


Eu sempre quis ser uma pessoa melhor.

Mais consciente, cuidadosa, amorosa, justa e sincera com os outros — e, principalmente, comigo.

Talvez essa vontade tenha me acompanhado por tanto tempo que, às vezes, eu me esqueça de uma coisa bastante simples: eu não preciso ser perfeita para ser uma pessoa boa.

Às vezes eu faço merda. Às vezes sou egoísta, impaciente, injusta, digo coisas que não deveria ou tomo decisões das quais me arrependo depois. Às vezes machuco alguém sem querer. Às vezes me machuco tentando acertar.

E, nesses momentos, tenho uma tendência quase automática de me deixar levar pela culpa.

Não aquela culpa que nos faz olhar para o que fizemos e assumir a responsabilidade. Essa, talvez, seja necessária. Falo daquela culpa que vai além do erro e começa a transformar o erro em identidade.

Eu fiz algo ruim, então sou ruim.

Eu errei com alguém, então não sou uma pessoa digna.

Eu deveria ter feito diferente, então passo horas me castigando mentalmente por não ter sido a versão de mim que eu gostaria de ter sido.

É aí que começo a me discriminar.

E talvez uma das coisas mais difíceis de aprender na vida adulta seja justamente separar responsabilidade de autopunição.

Assumir aquilo que fiz, pedir desculpas quando for necessário, tentar reparar o que puder ser reparado e aprender com a experiência me parece muito mais honesto do que passar o resto do dia me condenando por ela.

Acho que se livrar desse peso começa quando a gente consegue olhar para ele de frente.

“Sim, eu fiz isso.”

“Sim, poderia ter feito diferente.”

“Sim, sinto muito.”

“E agora eu vou tentar fazer melhor.”

Talvez seja isso que significa se redimir: não fingir que nada aconteceu, mas também não carregar para sempre uma sentença que nós mesmos escrevemos.

Porque eu, nós, somos absolutamente bons do jeito que somos — inclusive quando somos imperfeitos.

Isso não significa que tudo o que fazemos é certo. Significa apenas que um erro não precisa apagar todo o resto.

E talvez aceitar isso em mim também me ajude a aceitar nos outros.

A pensar duas vezes antes de julgar alguém e suas escolhas. A lembrar que não conheço todas as circunstâncias, todas as dores, todos os medos e todas as contradições que levaram uma pessoa até determinado lugar.

A vida fica mais leve quando a gente deixa de exigir de si e dos outros uma espécie de pureza impossível.

E eu quero essa leveza.

Quero ter tempo para me apaixonar.

Quero dançar sem pensar demais.

Quero cozinhar cantarolando pela casa.

Quero rir até doer a barriga.

Quero sorrir com verdade.

Quero poder mudar de ideia sem sentir que estou traindo quem eu era ontem.

Quero poder reconhecer que uma escolha não funcionou sem transformar isso em prova de que sou incapaz de escolher.

Quero continuar tentando ser uma pessoa melhor, mas não às custas de deixar de gostar da pessoa que já sou.

Talvez amadurecer tenha um pouco disso: perceber que melhorar não precisa significar se consertar o tempo inteiro.

Posso querer ser mais consciente sem acreditar que sou inconsciente.

Posso querer ser mais amorosa sem concluir que não sei amar.

Posso reconhecer meus erros sem me tornar o meu próprio algoz.

E, quando penso nas decisões que tomo, percebo que existe uma coisa que quero preservar cada vez mais: o meu eu inviolável.

Assim como quero considerar ao máximo que minhas escolhas não prejudiquem ninguém, quero considerar também o que elas fazem comigo.

Porque não quero construir uma vida inteira tentando ser uma pessoa boa para os outros enquanto, no processo, me abandono.

Quero ter responsabilidade, mas também liberdade.

Quero ter consciência, mas também espontaneidade.

Quero cuidar dos outros, mas sem esquecer que eu também sou alguém de quem preciso cuidar.

No fim, talvez o fundamental seja mesmo o amor.

Não apenas o amor que oferecemos.

Mas aquele que aprendemos, aos poucos, a oferecer a nós mesmos.

Um amor que não passa a mão na nossa cabeça quando erramos, mas também não nos abandona por causa dos nossos erros.

Um amor capaz de dizer: você poderia ter feito melhor.

E, ainda assim:

você continua sendo digna de amor.

Talvez seja essa a pessoa melhor que eu sempre quis ser.

Não uma versão impecável de mim.

Só alguém que consegue errar, reconhecer, aprender, perdoar e continuar.

Mais leve.

Mais inteira.

Mais eu.



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A vida está começando pela centésima vez


A vida está começando pela centésima vez


Ando esquisita.

Tenho essa constante sensação de que espero num limbo, num meio-lugar oco, num espaço vazio entre o que a minha vida já foi e o que ainda pode ser.

É como se eu me sentasse numa encruzilhada bizarra onde são zilhões de caminhos que se trançam em direções diferentes. Eu olho para todos, mas não sei qual escolher. Há muito tempo minha cabeça não cala a boca. Trabalha o tempo inteirinho tentando prever o destino exato de cada curso, como se fosse possível olhar para uma estrada e saber, antes de colocar os pés nela, onde exatamente ela vai terminar.

É essa ânsia por controle. Por conhecer cada poeira do chão. Sempre, sempre ela.

Talvez eu tenha passado tempo demais tentando descobrir qual era o caminho certo.

A gente cresce acreditando que, em algum momento, a vida vai finalmente se organizar. Primeiro vem a escola, depois a faculdade, depois o trabalho, depois alguma espécie de estabilidade que ninguém sabe explicar muito bem, mas que parece estar sempre logo ali na próxima esquina. Existe uma ordem invisível que nos ensinam a seguir, e durante muito tempo eu simplesmente fui seguindo.

Até que, em algum momento, percebi que não sabia mais para onde estava indo.

E o curioso é que não aconteceu nenhuma grande tragédia. Não houve um momento cinematográfico em que tudo desmoronou e eu precisei reconstruir minha vida do zero. Foi mais silencioso do que isso.

Algumas coisas simplesmente deixaram de fazer sentido.

Algumas certezas perderam a força. Algumas versões de mim ficaram para trás. Algumas vontades que eu achava que seriam permanentes desapareceram sem fazer alarde.

E então sobrou essa coisa estranha chamada liberdade.

Eu achava que queria ser livre.

Agora que sou, não me lembro mais de como escolher.

Talvez seja esse o preço de passar tanto tempo seguindo caminhos que não são exatamente nossos. A gente se acostuma tanto com a ideia de que existe uma direção correta que, quando finalmente pode escolher, confunde liberdade com perigo.

Cada possibilidade parece enorme demais.

E cada direção da estrada é um espaço liminar diferente: um lugar que reconheço sem jamais ter visitado, uma amada lembrança da infância que não me pertence.

É estranho como o futuro consegue ter gosto de nostalgia.

Às vezes olho para uma possibilidade e sinto como se já tivesse vivido aquilo. Outras vezes, algo completamente novo me parece familiar. Cada caminho carrega um pedaço de alguma coisa que fui, alguma coisa que quis ser, alguma coisa que talvez nunca tenha sido.

“Já estive aqui antes, mas não sei onde estou.”

Talvez seja por isso que tudo pareça tão confuso.

Tudo que vejo é uma mistura indistinta de chance e memória.

Tenho vontade de fazer mil coisas e, ao mesmo tempo, vontade de não fazer coisa nenhuma. Quero mudar, mas também quero ficar. Quero estabilidade, mas tenho medo de passar mais uma vez anos construindo uma vida que não parece minha. Quero saber o que vem depois, mas sei que, se soubesse, provavelmente encontraria algum outro detalhe para me preocupar.

Minha cabeça insiste em transformar todas as possibilidades em planilhas imaginárias.

E se eu escolher isso?

E se eu escolher aquilo?

E se eu estiver perdendo tempo?

E se eu estiver atrasada?

E se eu finalmente estiver no caminho certo?

E se não existir caminho certo nenhum?

Talvez essa última pergunta seja a mais difícil.

Porque existe uma espécie de conforto perverso em acreditar que, se pensarmos o suficiente, conseguiremos encontrar a escolha perfeita. Como se houvesse uma combinação exata de decisões capaz de garantir que nunca vamos nos arrepender.

Mas talvez escolher seja justamente aceitar que não existe garantia.

Que toda estrada tem partes bonitas e partes chatas. Que algumas escolhas só parecem certas depois que já foram feitas. Que algumas coisas só conseguimos entender olhando para trás. Que podemos entrar em uma rua, andar alguns quilômetros e descobrir que não queremos mais estar ali.

E podemos voltar.

Podemos mudar.

Podemos começar de novo.

Talvez seja isso que eu ainda esteja aprendendo: que começar de novo não significa necessariamente que fracassamos no começo anterior.

Às vezes significa apenas que crescemos para além dele.

Acho engraçado pensar que, aos poucos, fui deixando de acreditar que precisava ter uma identidade completamente definida. Como se eu precisasse decidir de uma vez por todas quem sou, o que quero, onde quero morar, com quem quero estar, que trabalho quero fazer, que tipo de vida quero construir — e então passar o resto dos anos apenas executando esse projeto.

Mas eu não sou um projeto.

Sou uma pessoa.

E pessoas mudam de ideia.

Talvez eu esteja justamente naquele intervalo desconfortável entre uma versão minha que já conheço e outra que ainda não sei quem será.

É um lugar estranho.

Não tenho mais algumas das certezas que tinha antes, mas ainda não encontrei novas certezas para colocar no lugar.

E talvez tudo bem.

Talvez eu não precise preencher imediatamente todos os espaços vazios.

Talvez eu possa simplesmente ficar aqui por um tempo.

Sentada nessa encruzilhada absurda, olhando para todas as estradas, sem precisar escolher uma hoje.

A vida não precisa ser resolvida numa quinta-feira à noite.

Nem neste mês.

Nem neste ano.

Talvez eu possa caminhar um pouco por uma estrada só para descobrir como ela é. Sem transformar cada passo em uma decisão definitiva. Sem exigir que cada escolha tenha um significado profundo. Sem precisar saber se aquilo vai durar cinco anos ou cinco dias.

Talvez liberdade seja menos sobre saber escolher e mais sobre saber que posso escolher novamente.

E é estranho perceber que, depois de tanto tempo tentando descobrir exatamente para onde estou indo, talvez eu finalmente esteja começando a entender que não preciso saber.

Minha vida está começando.

Pela centésima vez essa semana.



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34 coisas que aprendi em 34 anos

34 coisas que aprendi em 34 anos

Hoje faço 34 anos e nada mais justo do que compartilhar por aqui alguns dos aprendizados que, em parte, levei um certo tempo para aprender.

Não só isso: ando com uma saudade de ver posts assim em blogs e sites atuais. Parece que tudo está tão voltado para vender, vender e vender que chega a ser cansativo. Não digo que não vou trazer algumas wishlists por aqui — afinal, como uma boa nerd, a gente sempre quer alguma coisinha que seja referência das coisas que ama. Mas também quero que este espaço continue sendo um lugar para falar da vida, das coisas que penso e das pequenas descobertas que vou fazendo pelo caminho.

Sem mais delongas, vamos à lista, que é o foco do post. Haha.


1. Amizades terminam

É importante entender o fluxo da vida e aceitar que algumas pessoas deixam de fazer sentido na nossa vida. Pode ser que o carinho e a admiração permaneçam, mas, para uma amizade se manter firme, precisamos nutri-la. Precisamos de tempo, presença e esforço. Se só você está se esforçando para manter uma amizade, talvez seja um sinal de que está na hora de deixar ir.


2. Abraçar o tédio é importante

Sério. Ter momentos de tédio, longe das redes sociais, faz com que nossos momentos de lazer se tornem muito mais prazerosos. Quando a gente passa um tempo sem estímulo o tempo inteiro, até as coisas simples ficam mais interessantes. E, de certa forma, quando conhecemos o tédio, a alegria ganha um gostinho ainda melhor.


3. Fazer exercícios físicos, se alimentar bem e ter uma rotina de sono realmente faz bem

Isso não é papo de coach. Pode até parecer um sacrifício sair de casa para ir à academia — eu mesma sou uma odiadora de exercícios físicos —, mas amo a sensação depois do treino e o tanto que sinto que estou pronta para ganhar o mundo depois de uma horinha de tortura.


4. Depois dos 30, vale a pena começar a prestar mais atenção na própria saúde

Fazer consultas e exames de rotina, acompanhar como estão as vitaminas e não ignorar sinais que o corpo dá. Às vezes, aquele cansaço persistente pode ter uma explicação física que merece ser investigada. Nosso corpo muda com o tempo e cuidar dele antes que alguma coisa se torne um problema maior é uma forma de carinho com a gente mesma.


5. A gente se sente perdida e frustrada algumas vezes

Mesmo quando está tudo relativamente bem na carreira e na vida pessoal, isso acontece. Não significa que você tomou as decisões erradas ou que todo mundo está avançando enquanto você ficou para trás. Às vezes, estar perdida é simplesmente uma parte da caminhada.


6. Adultos são crianças grandes, só que com mais responsabilidades

Então, nem toda implicância de pai e mãe precisa ser levada para o lado pessoal. Às vezes, eles também não sabem o que fazer com as próprias frustrações e acabam descontando justamente em quem está mais perto. Isso não significa aceitar qualquer comportamento, mas entender que nossos pais também são pessoas imperfeitas tentando descobrir como viver.


7. Viva no presente

A vida tem outro sabor quando você consegue aproveitar o aqui e o agora de corpo presente. A gente perde tempo demais vivendo no passado ou imaginando o futuro e esquece que a única parte da vida que realmente está acontecendo é esta.


8. Eu sei o quanto é bom ficar quietinha em casa, sozinha e na paz

Só que somos seres sociáveis e precisamos de algum tipo de conexão para também conseguirmos apreciar nossos momentos de solitude. A solidão prolongada pode se tornar pesada. Ter pessoas com quem conversar, rir, sair ou simplesmente compartilhar alguma coisa faz diferença.


9. Uma vida simples pode ser mais significativa do que uma vida de ostentação nas redes sociais

Se você aprender a apreciar a companhia de um bichinho, uma leitura no parque, um café passado na hora ou uma tarde tranquila em casa, vai perceber que a vida brilha — e brilha muito — dentro de uma rotina comum.


10. Não coloque o peso da sua felicidade em cima de outra pessoa

Só a gente pode construir a própria felicidade. Quando estamos bem com quem somos, conseguimos desenvolver relações que acrescentam à nossa vida em vez de esperar que alguém venha preenchê-la inteira.


11. Ninguém vai te amar exatamente como você deseja ser amada

Isso é frustrante, principalmente para quem cresceu vendo os romances fofinhos e lindos dos filmes. A verdade é que cada pessoa ama de uma maneira. Podemos encontrar alguém que nos ame muito, mas dificilmente alguém vai amar exatamente da forma que imaginamos. E talvez parte da maturidade seja aprender a reconhecer as diferentes formas de amor sem abandonar aquilo que é importante para nós.


12. Não viva pelo outro

Na sua vida, você é a personagem principal. Então nada de se colocar de lado para dar todos os holofotes para outras pessoas. Amar, cuidar e estar presente para quem você ama é maravilhoso, mas você também precisa continuar existindo dentro da própria história.


13. A vida é uma só — e não tem problema nenhum recomeçar

Aos 30, aos 34, aos 40, aos 50... Você não perdeu o prazo para se tornar quem gostaria de ser. Enquanto estiver aqui, ainda existe tempo para mudar de carreira, aprender alguma coisa nova, se apaixonar, terminar uma relação, começar outra, mudar de cidade, fazer uma viagem ou simplesmente descobrir que aquilo que você queria aos 20 já não faz mais sentido.

A vida não vem com uma idade limite para os recomeços. Então aproveite e faça aquilo que ainda sonha fazer enquanto estiver aqui.


14. Dinheiro compra liberdade

Ele pode até não trazer felicidade, mas ter dinheiro para pagar as contas, para poder dizer não para algumas situações ruins e ter uma reserva já muda muita coisa.


15. Não existe uma idade certa para estar com a vida resolvida

A gente cresce acreditando que em determinada idade vai saber exatamente quem é, o que quer fazer, onde quer morar, com quem quer estar e quanto dinheiro quer ganhar. Aí chegam os 30 e você percebe que ninguém recebeu esse manual. Tem gente que encontra sua profissão aos 20, outras aos 40. Tem gente que casa, descasa, muda de cidade, começa outra faculdade, abre uma empresa ou decide que não quer nada disso. A vida não é uma prova com data marcada para entregar.


16. A internet fez parecer que todo mundo está vivendo uma vida muito mais interessante que a nossa

É muito fácil olhar para o Instagram e achar que você está ficando para trás. Todo mundo viaja, compra casa, fica rico, se casa, tem filhos, muda de carreira, tem o corpo perfeito e ainda consegue fazer skincare às seis da manhã. Só que a gente está comparando a nossa vida inteira com pequenos recortes cuidadosamente escolhidos da vida dos outros.


17. Nem todo hobby precisa virar uma fonte de renda

Acho que essa é uma das coisas que mais demorei para perceber ainda mais agora que hobby virou um nicho de trabalho na internet. Se você gosta de cozinhar, pode vender comida. Se gosta de fazer crochê, pode abrir uma loja. Se gosta de ler, pode criar conteúdo sobre livros. E não há nada de errado nisso, mas também existe uma enorme liberdade em fazer alguma coisa simplesmente porque aquilo te deixa feliz. Nem tudo que amamos precisa pagar nossas contas.


18. Às vezes, uma oportunidade não é uma boa oportunidade para você

Aprendi a desconfiar um pouco dessa ideia de que precisamos agarrar absolutamente todas as oportunidades que aparecem. Algumas chegam com cara de sorte, mas custam nossa saúde, nosso tempo, nossa paz ou nos afastam da vida que realmente queremos construir. Dizer “não” para alguma coisa boa também pode ser uma decisão muito boa.


19. É possível sentir saudade de uma época da vida sem querer voltar para ela

Às vezes sinto saudade de momentos que vivi quando era mais nova, de determinadas pessoas, lugares ou até da pessoa que eu era naquela época. Mas isso não significa que eu queira voltar. A nostalgia tem essa capacidade estranha de deixar o passado bonito sem necessariamente nos fazer esquecer das razões pelas quais seguimos em frente.


20. Você pode mudar de opinião sobre quem você é

Acho muito estranho quando tratamos personalidade como se fosse uma coisa completamente imutável. “Eu sou assim” pode ser uma explicação, mas também pode virar uma prisão. Podemos descobrir que gostamos de coisas que nunca imaginamos, mudar nossa maneira de nos relacionar, abandonar sonhos antigos e criar novos. Aos 34 anos, acho cada vez mais confortável admitir que ainda estou descobrindo quem sou.


21. Nem toda pessoa que entra na nossa vida precisa ficar para sempre.

Algumas pessoas chegam para acompanhar uma fase específica e cumprem um papel importante nela. Isso não torna aquela relação menos verdadeira. Acho que existe uma pressão enorme para transformar todo vínculo em algo permanente, quando algumas pessoas simplesmente caminham ao nosso lado durante alguns quilômetros e depois seguem por outro caminho.


22. Aprender a dizer não é uma das coisas mais difíceis e mais libertadoras

A gente aprende desde cedo a ser agradável, educada, disponível e prestativa. Só que, muitas vezes, isso significa aceitar coisas que não queremos para não decepcionar ninguém. Depois de um tempo você percebe que cada “sim” que dá contra a própria vontade também é um “não” para alguma coisa que gostaria de fazer. Não quero passar o resto da vida tentando ser uma pessoa agradável para todo mundo.


23. Não precisamos transformar tudo em conteúdo

Talvez essa seja uma das razões pelas quais sinto tanta saudade dos blogs antigos. Existia uma época em que você podia simplesmente contar uma história sem pensar em algoritmo, retenção, engajamento ou se aquela experiência renderia três Reels. Algumas coisas são melhores quando ficam apenas como uma lembrança nossa. Nem todo momento precisa ser fotografado, publicado ou transformado em uma narrativa bonita.


24. Ter uma casa confortável vale mais do que ter uma casa bonita para os outros

Depois de passar tanto tempo vendo decoração perfeita na internet, percebi que uma casa boa não é necessariamente aquela que parece uma página de revista. É aquela em que você consegue andar descalça, deixar uma manta no sofá, ter um gato ocupando o lugar mais caro da sala e preparar um café sem medo de sujar alguma coisa. Quero uma casa que seja bonita para mim, não para uma fotografia.


25. A natureza faz a gente lembrar que a vida não precisa ser produtiva o tempo inteiro

Uma árvore não tem pressa para crescer. Uma planta não fica frustrada porque ainda não deu frutos. Um gato consegue passar metade do dia dormindo sem sentir culpa por isso. A gente, por outro lado, transformou até o descanso em uma tarefa que precisa ser otimizada. Talvez observar um pouco mais a natureza seja uma boa maneira de lembrar que existir também é uma atividade.


26. Cuidar de alguém é aceitar que você não consegue controlar tudo

Isso vale para pessoas, animais e até para algumas situações da vida. Quando a gente ama alguém, existe uma vontade enorme de proteger, resolver, antecipar problemas e impedir que coisas ruins aconteçam. Só que não temos esse poder. Podemos fazer o nosso melhor, oferecer cuidado e estar presentes, mas existe uma parte da vida que simplesmente não está sob nosso controle. E aprender isso é doloroso, mas necessário.


27. Não existe vergonha nenhuma em querer uma vida simples

Durante muito tempo pareceu que o objetivo da vida adulta era ter cada vez mais: uma casa maior, um carro melhor, viagens mais caras, roupas melhores, mais dinheiro e mais coisas para mostrar. Hoje eu acho que uma vida boa pode ser justamente o contrário disso. Ter dinheiro suficiente, uma casa gostosa, bichos, algumas plantas, pessoas queridas, tempo para fazer as coisas que gosto e a possibilidade de tomar um café tranquila parece um ótimo jeito de viver.


28. Algumas decisões só parecem erradas porque demoramos para ver onde elas vão nos levar

Acho que existe uma tendência enorme de olhar para trás e pensar que deveríamos ter escolhido diferente. Mas fazemos escolhas com as informações que temos naquele momento, e não com o conhecimento que teremos dez anos depois. Talvez aquela escolha que hoje parece um erro tenha sido justamente o caminho que nos levou a conhecer pessoas, aprender coisas ou descobrir o que realmente queremos.


29. Não é preciso transformar toda tristeza em uma lição

Às vezes uma coisa ruim simplesmente foi ruim. Perdemos pessoas, animais, oportunidades e momentos que gostaríamos de ter vivido de outra maneira. Nem tudo precisa terminar com “mas eu cresci com isso”. Algumas coisas doem e continuam doendo, e acho que também existe maturidade em aceitar que nem toda experiência precisa ter um lado positivo escondido.


30. Descansar antes de estar completamente exausta é muito melhor do que esperar o corpo obrigar você a parar

A gente trata cansaço como se fosse uma medalha. Fala que está cansada com orgulho, como se ter uma agenda lotada fosse prova de que estamos fazendo alguma coisa importante. Só que o corpo cobra. Aprendi que dormir, ficar em casa, não fazer nada e simplesmente ter um dia mais lento não é desperdício de tempo. Às vezes é justamente o que permite continuar.


31. A comparação rouba uma quantidade absurda de alegria

Sempre vai existir alguém ganhando mais, viajando mais, sendo mais bonita, mais inteligente, mais bem-sucedida ou vivendo alguma coisa que você gostaria de viver. Se eu ficar olhando para isso o tempo inteiro, nunca vou conseguir aproveitar aquilo que tenho. Não significa que não devemos ter ambição. Significa apenas que quero usar a vida dos outros como inspiração, e não como régua para medir se a minha está dando certo.


32. Ainda dá tempo de fazer coisas que eu achava que já deveria ter feito

Talvez essa seja uma das coisas que mais gosto de ter entendido depois dos 30. Ainda posso aprender uma profissão nova, estudar, viajar, ganhar mais dinheiro, plantar uma árvore, comprar um terreno, começar um projeto, conhecer pessoas novas e descobrir novos interesses. Não preciso olhar para os 20 anos como se eles fossem o último prazo para construir uma vida interessante.


33. A gente nunca sabe exatamente onde a vida vai levar

Eu gosto e detesto isso ao mesmo tempo. Podemos fazer planos, listas, metas e planilhas, mas sempre existe alguma coisa que aparece no caminho e muda tudo. Uma pessoa que conhecemos, uma oportunidade inesperada, uma perda, uma mudança de cidade, uma decisão tomada numa terça-feira qualquer. Talvez a vida seja justamente essa mistura de planejamento e acaso.


34. Eu ainda não sei exatamente o que estou fazendo

Aos 34 anos, eu poderia terminar essa lista dizendo que finalmente descobri como a vida funciona. Mas a verdade é que não descobri. Ainda tenho dúvidas, ainda mudo de ideia, ainda tenho medo de algumas coisas e ainda faço planos que talvez nunca aconteçam. Só que hoje isso me assusta muito menos. Talvez amadurecer não seja finalmente ter todas as respostas, mas ficar mais confortável com a ideia de que algumas perguntas vão continuar sem resposta.




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Como Lidar com a Sensação de Estar Perdido na Vida aos 30 Anos

Chegar aos 30 anos é um marco significativo na vida de muitas pessoas. Para alguns, pode ser um momento de conquistas e estabilidade, enquanto para outros, pode ser um período de incerteza e confusão. Se você se encontra nesta última categoria, sentindo-se perdido na vida aos 30 anos, saiba que não está sozinho. Muitas pessoas experimentam essa sensação em algum momento de suas vidas, e há maneiras de enfrentá-la e encontrar um rumo mais claro. Neste artigo, exploraremos algumas estratégias para lidar com essa sensação de perda e descobrir um caminho significativo e gratificante.

Como Lidar com a Sensação de Estar Perdido na Vida aos 30 Anos
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28 coisas para fazer antes dos 29

Meu aniversário foi no dia 28 de agosto e algo que costumo fazer na data é refletir sobre como foi meu último ano, coisas que consegui realizar, projetos que dei início, como estou me sentindo em relação a vida pessoal e profissional. Sempre que faço isso acabo criando uma lista de coisas que quero tentar realizar até o próximo aniver, coisas que pretendo dar mais atenção ou até tirar do papel. Por isso, no post de hoje resolvi trazer para vocês 28 coisas para fazer antes dos 29.

28 coisas para fazer antes dos 29
Reprodução: Pinterest
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Dicas para 2018 ser um ano melhor!

Heeey, pessoal! Dei uma sumidinha daqui, pois aproveitei a semana de Carnaval para me dar um descanso, já que sei que muitos de vocês também deixaram um pouquinho de lados as redes para curtir! Agora bora começar o ano com todo o fôlego? Pensando nisso, resolvi listar algumas dicas que podem contribuir para que o seu ano seja mais produtivo e satisfatório!


Evite procrastinar! Depois que nos habituamos a ir deixando as coisas para depois, eu sei o quanto é difícil nos organizar para agir em busca dos nossos objetivos. Mas isso é de extrema importânica, enquanto estamos deixando nossas ações para depois, podemos acabar esquecendo qual é a real importância de tais ações para a nossa realização pessoal. Então, bora mudar isso? Para mudar isso, comece tentando eliminar as possíveis distrações e mantenha-se focado nas coisas boas que pode lhe proporcionar. Procure trabalhar em um ambiente que você se sinta mais inspirada, no meu caso, funciono bem em cafeterias. Haha

Saia da sua zona de conforto! Mas Fran, você só dá sugestão complicada! É meus caros, pode parecer clichê, mas sair da caixinha pode lhe trazer as melhores oportunidades, ou aprendizados que não eram tão esperados. Comece avaliando uma perspectiva futura, como você quer estar daqui a cinco anos e depois liste o que você precisa fazer para alcançar tal objetivo. Daí vai a luta, se der medo, vai com medo mesmo. Aquele friozinho na barriga pode te surpreender!

Planeje! Notaram como todas as dicas estão ligadas? É que de fato, se estás não estiverem equilibradas, não tem como ter sucesso. Avalie suas prioridades e planeje cada passo necessário para que estás se realizem. 

Agradeça! Independente se os resultados ao final do dia forem negativos, lembre-se que amanhã é um novo dia e reclamar por não ter dado certo hoje, não vai ajudar com que dê certo amanhã! Afinal, são bons pensamentos que atraem bons resultados!

Espero que tenham gostado! Tem alguma outra dica? Compartilha com a gente pelos comentários! :)


Se quiser me acompanhar nas redes sociais:
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Mudanças necessárias...

Oi pessoal! Tudo certo com vocês? Talvez aqueles que acompanham o instagram do blog, já tenham percebido que eu tenho postado pouca coisa nos últimos tempos. Talvez ainda, vocês tenham percebido que eu tenho andado ausente, tenho publicado poucos posts aqui. E eu tenho sentido uma certa necessidade de explicar para todos o motivo.


No início, quando comecei com o blog, a ideia era utiliza-lo como um diário, um local onde pudesse compartilhar coisas que me instigavam, me motivavam e ainda me incomodavam. E talvez, assim descobrir pessoas que se identificassem com os temas aqui relatados. Desde que entrei na faculdade, sofri muito com ansiedade e achei no blog algo que me acalmasse.

Acontece que, aos poucos esse meu cantinho mudou, comecei a escrever sobre filmes, moda, tendências e muito mais. De certa forma, atualmente estava me sentido deslocada quanto a ele. Sabe quando tu viaja por um tempo e quando volta aquele lugar não tem mais a ver contigo. Para mim estava parecendo que faltava algo, nunca gostei de escrever sem um proposito. Mas espera, isso não significa que vou parar com o site. Não mesmo, adoro esse espaço, só estou me redescobrindo e querendo descobrir mais sobre as pessoas que me acompanham. Quero trazer um conteúdo que possa ser útil e que me aproxime de vocês. E para isso, tenho estudado muito! 

Não vou dizer que vou parar de escrever sobre todos esses assuntos que tenho escrito no blog, apenas quero descobrir qual é a razão, o meu foco e proposito para com o blog. Hoje minhas ambições são maiores que apenas um diário, quero criar um espaço onde vocês, meus queridos leitores sintam-se acolhidos. Quero mostrar além de todo o glamour de um café a tarde, um passeio no shopping, os perrengues da vida adulta, de trabalhar, se sustentar, depender do bus e ainda estar sozinha. 

Quero que o Delírios Cotidianos seja um lugar que vocês se identifiquem e se sintam em casa. Que aqui vocês encontrem, além de força, algo que ajude a descontrair nossas rotinas. Quero que possamos estar juntos. :)

Com carinho, Fran.

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25 coisas para fazer antes dos 26

Olá, pessoal! Tudo certo com vocês? O que me contam de novo? Já faz um mês que não compartilho nada por aqui e peço desculpas por isso. Para variar, já estamos em setembro e minha vida continua uma zona. Até então, não consegui fazer muita coisa que havia planejado, mas nada de reclamar. Vamos aproveitar da melhor forma. Então, ano passado fiz um post no meu aniver com uma lista de 24 coisas para fazer antes dos 25, como sei que vocês gostaram bastante, resolvi fazer novamente esse ano. Para quem não sabe, fiz aniver semana passada, no dia 28 de agosto e novamente não consegui realizar nenhuma comemoração (questões financeiras), mas no próximo ano vai, espero. :)


Agora vamos a minha lista de metas:

1. Viajar (não importa o lugar, no estado mesmo, ou fora) o fato é que quero viajar mais; (No dia 24/09 fizemos a rota do sol, em breve vou fazer post aqui).
2. Fazer uma mudança no visual, estava pensando em pintar o cabelo, o que me sugerem?
3. Juntar uma grana;
4. Fazer mais uma tattoo;
5. Criar coragem e experimentar Sushi;  (Sim, provei! Fiz isso no dia 26/09)
6. Me recolocar no mercado de trabalho;
7. Iniciar um curso de inglês;
8. Dar entrada no meu carro;
9. Ser mais presente no blog;
10. Passar a frequentar eventos;
11. Fazer um ensaio fotográfico;
12. Ler mais;
13. Praticar algum esporte;
14. Tirar um tempinho para as amigas;
15. Continuar tratando a ansiedade;
16. Continuar com minha lojinha;
17. Fazer mais o que eu amo;
18. Reclamar menos das pessoas. Sim, eu sou super chata e não tenho muita paciência para pessoas preconceituosas e mal educadas.
19. Comprar um óculos de sol novo,TÔ PRECISANO :)
20. Continuar a busca por autoconhecimento;
21. Ser mais vaidosa;
22. Continuo querendo fazer aquela limpa no meu guarda-roupa;
23. Fazer mais vídeos para o Youtube;
24. Estar mais perto da família;
25. Ser feliz, acima de tudo.

Se conseguir realizar metade do que consta na lista, já ficarei bem feliz. Me contem nos comentários, se vocês tem vontade de fazer alguma das coisas que estão na minha lista. Espero que tenham gostado! Grande beijo, Fran.

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10 coisas que toda mulher deve saber

Oi, pessoal! Tudo certo com vocês? Hoje eu resolvi fazer um post motivacional para as mulheres que adoram encontrar defeito em si mesmas e tudo aquilo que fazem. Compilei dez coisas que acredito que toda mulher deveria saber. Vamos lá!


1. Ame seu corpo! Todo mundo tem um pneuzinho aqui ou ali, até quando se inclina para frente.

2. Se você gosta, demonstre! Sentimentos não são sinais de fraqueza, mas sim, de força.

3. Você merece respeito, busque-o sempre!

4. Até mesmo as pessoas mais bonitas não acordam com a melhor das aparências. Então, desencane! ;)

5. Você é sua prioridade! Não se deixe em segundo plano, nunca!

6. Sempre confie em seus instintos.

7. Todas nós temos alguma conhecida, cuja vida parece perfeita.

8. Não importa o tamanho da casa, mas o quão feliz é o lar.

9. Quando alguém te diz "Você é linda". Acredite. É verdade.

10. Você é uma deusa!

Espero que tenham gostado! Grande beijo, Fran.

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O que marcou meu 2016 + Metas para 2017

Olá pessoal! Tudo certo com vocês? Como passaram de Natal? Bem, no post de hoje resolvi fazer uma breve retrospectiva do ano, coisas tensas e ao mesmo tempo coisas que fizeram ele valer a pena, ao menos para mim.


Que o ano foi  tenso para muita gente, já sabemos. Com a instabilidade política e a crise econômica, muitas famílias foram prejudicadas, a taxa de desemprego deu um salto e isso prejudicou muita gente. Digamos que eu escolhi um ano meio caótico para me arriscar no mercado.

- No inicio do ano, eu e meu parceiro, com algumas economias iniciamos nossa lojinha. Quando fui conhecer o Showroom da Petite Jolie fiquei eufórica e muito feliz com a iniciativa. Nos meses seguintes já estava meio desanimada, porque as vendas não estavam fluindo e a grana era/ainda é curta para investir em publicidade. E cá entre nós, qualquer coisa que seja feita via internet demanda um trabalho pesado em marketing e tempo para prospectar clientes.

- Com a faculdade a mil e trabalhando num Grupo de Inteligência de Mercado, tempo era algo raro. Vocês devem ter notado por aqui, com posts cada vez mais raros. Então, beirando a loucura com muita coisa por fazer, resolvi sair do meu emprego (o contrato terminava em setembro, com o fim da faculdade não ia poder renovar mesmo) me dedicar 100% aos meus projetos, a loja e ao blog. E também ao TCC, junto com mais seis cadeiras que estava cursando esse semestre. 

- Gente, não foi fácil. Esse ano foi aquele que passei com orçamento no limite, tanto que dei graças  até quando tirei o aparelho odontológico. Já eram R$ 100 a menos nas minhas despesas. :) E como estava muito ansiosa e estressada acabei me afastando de todo mundo, só via colegas de aula, porque era inevitável. Mas sabem, algo que me fez muito bem nesse tempo foi receber muitos recados lindos das pessoas que compram da Delírios Cotidianos Digital ao recebem suas encomendas. Isso me ajudou muito a continuar e por muitas vezes me fez sorrir. Os problemas pareciam pequenos perto dessas recompensas. Então, assim como eu tentei e continuo tentando, quero que vocês tentem, mesmo se sintam medo, tente de novo e de novo, persista tentando.

- Ahhh, outro ponto positivo foram as parcerias que consegui com o blog, por isso agradeço a todos que acreditaram no meu trabalho, a todos os parceiros que iluminaram meu ano. E para concluir a retrospectiva, não podia deixar de falar de um ente querido em nossa família que se foi bem no dia do Natal. Só sinto que agora deu, 2016 pode se encerrar, porque pensar em um novo ano dá aquela sensação de recomeço e uma nova oportunidade para melhorar.


Como todo ano novo e como uma pessoa normal, tenho muitos planos para 2017. Além daqueles claro, que mencionei no post 24 coisas para fazer antes dos 25. Vamos lá:

1 - Arrumar um emprego (mesmo com tantos projetos é preciso uma segurança, enquanto que nenhum seja rentável o suficiente para me manter). Trabalhar bastante para juntar uma grana, já que em 2016 as minhas reservas se esgotaram. Como as aulas acabaram, sinto que nesse ano quero me dedicar muito ao trabalho;

2 - Tirar tempo para acompanhar todas as pessoas que admiro nesse meio que é a blogosfera, aprendi muita coisas com vocês e o melhor de tudo, a coisa mais gratificante foi conseguir identificar o crescimento de todas, principalmente como pessoa. bem aprendi muita coisa com as bloggers que acompanhei esse ano e a coisa mais gratificante e conseguir notar o crescimento de todas!

3 - Manter a lojinha, afinal os últimos meses do ano foi pouco melhor;

4 - Fechar novas parcerias com o Blog :)

5 - Ir a palestras, workshops, eventos e tudo mais que me desperte o interesse;

6 - Por fim e mais importante, ficar mais perto da minha família. Aproveitar ao máximo o tempo junto deles.

Galera, fiz as metas de forma bem resumida, pois acabei me prolongando demais com o post. Agora gostaria de saber da parte de vocês, como foi o ano de 2016 e quais são seus planos para o próximo anos? Nos vemos em 2017! Grande beijo, Fran.

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