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Resenha Filme: Ponte dos Espiões

Oi gente! Tudo certo?

Hoje é dia de resenhar sobre o filme "Ponte dos Espiões", que também foi indicado ao Oscar 2016 pelo melhor ator e melhor filme.


Sinopse: Em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos. Adoro Cinema.

Primeiro, com toda a certeza eu vou dar mais expectativas do que realmente traz o filme, porque eu gostei bastante. Para mim nesse filme o Tom Hanks fez uma das suas melhores atuações, embora o ator que tenha sido indicado e ganho o Oscar, quase nem aparece no filme. É tipo fantasma, se tem dez falas em toda trajetória do desfecho, é muito. 

O bacana é que, mesmo sofrendo as consequências de defender um espião soviético, na qual sua família também sentia as represálias, já que isso era um ato considerado de traição com seu país, James Donavan fez o que é certo, até surgir a oportunidade de negociação com Berlim, fazendo uma troca de prisioneiros. O filme é super bem tramado e interessante, sem aquele sensação de que já sabemos o que vai ocorrer. Pra quem gosta deste tipo de história, super indico, com certeza é um filme bacana

Espero que tenham gostado! Grande beijo.
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Aniversário de 10 anos de "O Diabo Veste Prada"

Oi gente! Vocês sabiam que agora em 2016 o filme O Diabo Veste Prada completa 10 anos de lançamento?! Sem dúvida esse é um dos meus filmes preferidos! Não sei bem se é pelo glamour dos figurinos, as cenas em Nova York e Paris ou pela trilha sonora, assisti tantas vezes que já perdi a conta. E sabem, além de ser um filme icônico sobre o mundo fashion, ele me mostrou diversas situações que passamos no dia a dia em nosso trabalho.

Ao assistir pela segunda vez me dei conta de que nosso sonho é um, mas nem sempre a realidade é como planejamos. Não estou dizendo que o meu sonho é algo impossível, mas sim que, é preciso trabalho duro, esforço e sair da zona de conforto para ir em busca do planejado.

Depois, apesar da gestão agressiva e autoritária de Miranda (Meryl Streep), ela chega aos resultados desejados. Isto é, ela faz com que sua equipe funcione, não importa a maneira, ela está ali para cobrar os resultados e consegue. E querendo ou não, nosso chefe no final do dia não quer nada além da gente do que resultados.

E no filme vemos algumas cenas em que Andy não consegue resolver algo, geralmente por pouco. Mesmo que ela tenha se esforçado o máximo que desse e algo fosse do tipo impossível, apesar do seu esforço ela acaba levando "mijada" da Miranda e depois corria chorar para seus colegas de trabalho. A questão é que, não adianta esperarmos por uma estrelinha no final do dia. A maioria dos chefes estão ai para cobrar mais e mais de nós, não estão ai para nos dar um tapinha nas costas pelo bom trabalho. Esquece! É raro as empresas que de fato reconhecem os funcionários que possuem!

Mas cá pra nós, o objetivo do post não é falar do que aprendi com o filme e sim, citar algumas curiosidades! Olha só:

- Meryl Streep não foi a única atriz cogitada a interpretar Miranda!


Outras atrizes, como Helen Mirren e Kim Basinger também foram sondadas. Mas sério, não consigo imaginar o filme sem a Meryl, para mim ela é demais! E fez tão bem a personagem que chegou a ser indicada ao Oscar!

- A revista Runaway foi baseada na revista VOGUE


Não foi nada confirmada, mas ao que parece o papel de Miranda também foi inspirado na diretora de moda da VOGUE.

- Gisele Bundchen só aceitou participar do filme com a condição de não interpretar uma modelo



- A filha de Meryl Streep fez uma participação no filme, como funcionária da Starbucks, mas a cena foi deletada


Gente, agora me deu uma vontadezinha de rever o filme novamente! Mas aí, me conta, vocês curtiram o filme? Qual foi seu personagem preferido?
Grande beijo, Fran.
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Resenha filme: O agente U.N.C.L.E

Oi gente! Tudo certo com vocês? Primeiramente quero me desculpar pela minha ausência, estava bem atarefada com trabalho, aula e casa, que acabei ficando sem tempo de dar as caras aqui. Hoje eu queria fazer a resenha de um filme e não sabia qual escolher, assisti bastante filmes de uns tempos pra cá, então tenho muitos acumulados. Hehe

Mas vamos lá, o escolhido de hoje é o filme "O Agente U.N.C.L.E".

Obs.: pode conter spoilers.

Sinopse: na década de 1960 os até então inimigos mortais Napoleon Solo (Henry Cavill), agente da CIA, e Lllya Kuriakin (Armie Hammer), espião da KGB, são obrigados a cooperarem. A grande missão da improvável dupla EUA-Rússia é combater a terrível organização T.H.R.U.S.H., que desenvolve armas nucleares. Adoro Cinema

Os espiões Napoleon (Henry Cavill), da cia e Illya Kuryakin (Armie Hammer), da KGB são super competitivos, da pra se dizer que são inimigos e no filme são obrigados a trabalharem juntos. Ambos terão que se aliar à filha de um suspeito alemão para impedir que armas nucleares caiam no mercado negro. O filme segue o estilo do 007, porém sem todo aquele charme. O espião Napoleon é aquele tipo de personagem americano que não perde a pose e sai da briga com o cabelo impecável, sem um arranhão em suas roupas. Enquanto Illya faz o tipo durão e grosso, mas com um coração mole. Para quem curte ação o filme contém boas cenas, e claro, senso de humor, pois os personagens ficam disputando suas habilidades a cada obstáculo que aparece.

Bom, posso dizer que tem romance também, mas vou deixar para ue vocês assistam. Se contar muita coisa o filme vai acabar perdendo a graça.

Trailer:



Gente, assistam e se divirtam! Espero que gostem!
Beijos, Fran.
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Resenha filme: A Fantástica fábrica de chocolate - filme de 1971

Oi gente! Bah, esse find assisti muitos filmes. Desde Os Trapalhões até a Família Buscapé. E dentre todos, assisti também A Fantástica Fábrica de Chocolate do ano de 1971 e claro, não poderia deixar de compartilhar com vocês a minha percepção sobre o filme.

Obs.: pode conter spoilers.

Sinopse: Charlie Bucket (Peter Ostrum) é um menino pobre, que acha um dos cobiçados "bilheters dourados" que dão direito a um carregamento vitalício de chocolates Wonka, além de poder conhecer a misterioso fábrica de chocolates. Ele e mais quatro crianças passeiam pelo lugar, mas Willy Wonka (Gene Wilder), o dono da fábrica, não é uma pessoa bacana e sim uma figura manipuladora. As crianças, ao mesmo tempo em que mergulham de cabeça nos seus desejos, pagam um preço por isso. Adoro Cinema.

Eu achei o filme muito interessante, já naquela época apontava o enfraquecimento da família, com as crianças mergulhando no consumismo do mundo moderno e crescendo sem respeito nenhum pelos pais ou pelos mais velhos. Embora não tinham todos os recursos tecnológicos e efeitos especiais de sua refilmagem, este filme de 1971 é muito melhor, por ser mais inteligente, com cenários mais criativos e sem falar de "Gene Wilder" que com um bem humorado cinismo desempenha o papel de Willy Wonka com maestria.

O final do filme, com o garoto pobre vencendo a disputa, passa a mensagem de que vale a pena lutar pela boa formação moral dos filhos, para que possam construir um mundo melhor do que este que estamos deixando para eles.

Curiosidades sobre o filme:

O filme foi lançado originalmente nos cinemas americanos pela Paramount Pictures. Entretanto todas as exibições posteriores do filme seja ela na TV, em vídeo ou nos cinemas, forma realizadas pela Warner Bros. E foi financiado pela Quaker Oats Company, que espera liga-lo a uma nova barra de chocolate. Quando o filme foi lançado, a empresa começou a comercializar seu Wonka barras de chocolate. Infelizmente, houve um erro na fórmula e isso fez com que as barras derretessem com muita facilidade, mesmo na prateleira, e elas foram retiradas do mercado. A Quaker vendeu a marca para St. Louis com base Sunline, Inc. (que mais tarde se tornou parte da Nestlé via Rowntree). Sunline foi capaz de tornar a marca um sucesso, e com a marca de doces Wonka (a maioria sem chocolate) ainda está disponível nos EUA.

Trailer do Filme:



Espero que tenham gostado! E você, já assistiu ao filme de 1971?
Beijos, Fran.
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Resenha Filme: Tomorrowland

Oi gente! Tudo certo com vocês? Bem, semana passada eu organizei um cronograma para que os posts sejam mais organizados e em dias específicos. Como não tem um final de semana que eu não assista algum filme eu reservei a segunda-feira para fazer a resenha de algum filme que tenha assistido no find. O da vez se chama Tomorrowland - Um lugar onde nada é impossível.

Obs.: contém spoilers.


"E se existisse um lugar. Um lugar secreto. Onde nada é impossível. Um lugar milagroso onde você pode realmente mudar o mundo. Você quer ir?"

Sinopse: Casey Newton (Britt Robertson) é uma adolescente com enorme curiosidade pela ciência. Um dia, ela encontra um pequeno broche que permite que se trasnporte automaticamente para uma realidade paralela chamada Tomorrowland, repleta de invenções futuristas visando o bem da humanidade. Ela logo busca um meio de chegar ao lugar e, no caminho conta com a ajuda da misteriosa Athena (Raffey Cassidy) e de Frank Walker (George Clooney), que esteve em Tomorrowland quando garoto, mas hoje leva uma vida amargurada. Adoro Cinema.

O filme se inicia quando Frank (George Clooney) aos 11 anos de idade, leva uma de suas invenções a Feira Mundial de 1964 que ocorria em Nova Iorque. No entanto sua mochila a jato, não funcionava perfeitamente, ao avaliar Nix (Hugh Laurie) desmotiva o menino e pede para ele voltar quando tivesse invenções que funcionassem. Saindo dai Frank é surpreendido por Athena (Raffey Cassidy), a qual lhe dá um broche e pede para que ele os siga. Nisso Frank acaba indo parar em Tomorrowland e de alguma forma sua invenção passa a funcionar. Mas depois de alguns anos vivendo nesse lugar Frank é banido de lá para sempre.

Casey Newton (Britt Robertson), uma Jovem problemática que tá saindo da cadeia, encontra entre suas coisas um broche. o mesmo que Frank havia recebido. Nisso ela faz de tudo para encontrar Tomorrowland, com a vida em risco e com o mundo por acabar ela recebe ajuda da Athena que vai atras de Frank para que juntos possam consertar o mundo. 

Trailer do Filme:


O filme é bem disney, futurístico e conta com muitos efeitos especiais e, aventuras. Para quem curte ficção cientifica é bem bacana. Confesso que no inicio não estava gostando do filme, mas dei mais tempo para ele e curte bastante.

Espero que tenham gostado! Beijos, Fran.

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Resenha: filme Marley

Oi gente! Hoje eu vou falar sobre o filme Marley, já faz algum tempo que assisti e achei muito bom esse documentário da vida de Bob Marley.

Obs.: pode conter spoilers.

Sinopse: a vida do cantor, compositor e guitarrista Bob Marley, ícone do reggae mundial e um dos responsáveis por sua popularização. Dirigido por Kevin Maconald, é o primeiro filme a ter autorização de sua família para usar imagens do arquivo pessoal do músico. Adoro Cinema.

Marley é um documentário baseado em fatos reais, no qual conta a história do cantor de reggae jamaicano, Bob Marley. O diretor Kevin Maconald mostra com o filme que Marley não era apenas um cara preguiçoso e maconheiro, mostra ele na verdade como um cara trabalhador e ambicioso. 

Nascido em 1945 na cidade de Nine Mile, Marley passou seus anos de formação nos guetos de Kingston, onde se voltou para a música. Evoluindo para o reggae quando Marley se tornou um rastafári. A independência jamaicana, em 1962, coincide com a formação do The Wailers (a banda do Bob Marley). Eles andaram juntos com a história da Jamaica, no qual se tornaram porta-vozes. Por isso a música de Bob nos anos 1970 está vinculada a situação política e com a posição da Jamaica como um tipo de Estado de representação na Guerra Fria. Hits como "No woman, no cry", fizeram com que ele se tornasse um astro internacional. Marley morreu em 1981 em decorrência de um melanoma.

Trailer



Para quem curte histórias reais e gosta de ver o melhor lado das pessoas, vale muito a pena olhar esse documentário! Espero que tenham gostado e não esqueçam de me contar se assistiram. ;)

Beijos, Fran.
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Resenha: Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros


Sempre fui fã de dinossauros e quando era pequena sabia quase todos os nomes de espécies e suas respectivas características, assisti inclusive aos outros três filmes que antecederam Jurassic World. Daí que por uma certa nostalgia vim rever minhas saudades com esse lançamento. Não, não me decepcionei. Jurassic World acontece depois de duas décadas do fim de Jurassic Park, tudo com muito mais tecnologia e pelo que era previsto, muito mais segurança. O parque enfim reabriu depois de todos os conflitos anteriores, há novas experiências para as pessoas já que os dinossauros estão sendo constantemente domesticados.

Mas, como há sempre um "mas", a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas) está modificando genes para criar novas espécies, e numa dessas tentativas criam a Indominus Rex, uma mistura de T-Rex com mais alguns genes em sigilo. O que não sabem é que ao tentar criar um dinossauro mais assustador, mais ágil, mais incrível que os outros acabaram por criar algo não tão bom assim. Nisso tudo, Gray (Ty Simpkins), o garotinho que entende tudo de dinossauros e Zach (Nick Robison), o irmão pré-adolescente chato, viajam para conhecer o paraíso dos dinossauros e de quebra passar um tempo com a tia Claire, porém nem imaginam tudo o que pode vir a acontecer.

A fêmea geneticamente modificada, Indominus Rex, começa a dar uma de esperta demais para um simples animal e as coisas no parque retornam a ficar drásticas novamente. Entre 22 mil pessoas passeando pela Ilha Nublar e uma espécie de dinossauro do futuro correndo solta e matando ou devorando tudo por onde passa está Claire e Owen (Chris Pratt) em busca dos sobrinhos perdidos e de um "monstro" com instintos sem reconhecimento ainda. Owen, o adestrador de Velociraptors, é o mocinho da trama e Claire em seus sapatos de salto consegue se tornar uma heroína mesmo praticamente sabendo só correr dos animais.

Enfim, em Jurassic World a tecnologia e o mundo da década que vivemos é aflorado. Não pode se esperar os mesmos gráficos dos antigos Jurassic Park, já que o desenvolvimento aqui é bem mais real. Há coisas bizarras no filme e li muitos julgamentos por aí, como a menção de dinossauros domesticados em guerras (que Vincent D'Onofrio faz com seu personagem irritante) ou o fato do animal ser tão inteligente a ponto de enganar as máquinas de sua presença, inventar maneiras de escapar e inclusive arrancar seu sensor. No mais, digamos que a trama envolve aquela típica sensação de futuro versus passado, onde quem ganha sempre é o presente. Na minha opinião, vale a pena assistir, tanto Jurassic World como os antigos Jurassic Park, pois se nota a evolução do cinema, tal como se aprende a apreciar cada época.

Elenco Principal:



Trailer do filme:



Espero que tenham gostado.
Beijos, Fran.

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