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Retrospectiva 2015

Oi gente! Tudo certo com vocês? Estão ganhando muito panetone ou chocotone? Hehehe

Bem, primeiramente esse não é o último post do ano, calma ae! Ainda tem muita coisa rolando essa semana, então ainda vem mais por ai. Neste post de hoje resolvi reunir os posts mais marcantes de 2015 em um só, caso você tenha perdido algum desses poder conferir, e caso já tenha visto poderá relembrar comigo!


ABRIL

Teve dicas de cuidados com os cabelos, teve a cor tendência do ano, teve dicas para alimentação saudável durante a gestação. E como o blog iniciou em meados do mês, os posts mais lidos foram esses.


MAIO

Em maio teve passeio com azamigas, onde conheci o Boteco 1538 em Novo Hamburgo. Teve post de dicas de pintura para cabelo com Efeito tartaruga e também, dicas de como se usar a Meia 5/8.


JUNHO

Teve passeios, listas e brinquedos didáticos. Falei sobre o meu amor por Legos. Conheci em Morro Reuter o espaço do Restaurante El Paradiso. E compartilhei com vocês uma lista de coisas para se fazer antes dos 30.


JULHO

Teve dicas de decoração com  Tonel de óleo. Teve dicas de como compor seu look usando moleton. E também, dicas de maneiras de usar sua echarpe.



AGOSTO

Em agosto conheci o Parque Histórico Jorge Kuhn. O Blog fez parceria com o café Passion. Teve até Look do Dia. :)


SETEMBRO

Em setembro o tempo estava mais corrido, com isso fiz Resumo da semana, fiz resenha do perfume The One da UP e também muitas dicas de como compor o look usando Tricot de gola v.



OUTUBRO

Em outubro eu fui no Festival de Primavera que ocorreu em Nova Petropolis. Teve bastante posts de Economia. E o blog ainda fez uma parceria com a loja online Shop Delas.


NOVEMBRO

Em novembro teve desabafo, a gente aprendeu a utilizar o app Studio Design e ainda teve parceria com a minha ótica online, onde usei e testei lentes de contato.


DEZEMBRO

Teve lembrança de uma passeio em Canela, teve o primeiro post da séria de descobertas de Canais no Youtube. E também o primeiro post do inicio da minha mudança pessoal.


Bah, esse post deu trabalho. Mas é bom ver quanto conteúdo eu consegui trazer pra vocês em 2015. Espero que 2016 seja ainda melhor. Então, me conta, qual foi seu post preferido? Beijos, Fran.
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Economia: vídeo a História das Coisas

Oi gente! Lembro que no primeiro semestre de da facul, teve uma professora que passou o vídeo A História das Coisas para turma, eu achei bem bacana, pois querendo ou não ele retrata bem a realidade e como essa semana eu quis dar uma aliviada no conteúdo de Economia, para não ficar tão difícil o entendimento, já que no próximo post de Economia pretendo falar sobre a taxa de juros. Mas vamos lá, entender um pouco desse vídeo.

O vídeo é super bacana pois explica o funcionamento do capitalismo e consumismo, mostrando como as grandes empresas agem para influenciar as pessoas a consumir cada vez mais. Ele revela a ideologia por trás do consumismo e a causa das grandes diferenças sociais. Podemos refletir sobre essa competição de estar sempre seguindo a moda. Somos bombardeadas todos os dias por comerciais dizendo que precisamos de tais coisas ou tais marcas. O fato é que de fato não precisamos, mas muitos não pensam assistam. Confesso que muitas vezes eu mesma me deixo levar por impulsos e acabo comprando coisas que não tenho necessidade, mas aos poucos estou tentando controlar isso e assistir ao vídeo ajuda bastante a refletir até mesmo sobre nosso meio ambiente.



Espero que tenham gostado! Beijos, Fran.
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Economia: entendo a divida pública do Brasil e seu constante crescimento

Oi gente! Hoje o tema é polêmico, mas vamos lá! Vamos supor que em um determinado mês você gastou mais dinheiro do que ganhou. O que acontece? Se você tem alguma poupança acumulada, você terá que diminuí-la para cobrir a despesa. E se não tem poupança? Aí você terá que pegar emprestado, logo sua dívida irá aumentar.



Basicamente é isso que está acontecendo com o governo brasileiro: ele gasta mais do que arrecada. Essa diferença é coberta com emissão de dívida pública, no caso, título públicos, que são papéis que prometem determinado pagamento em seu vencimento, que virá no futuro. Consequentemente a dívida vai aumentando.

Ai entra o tão falado ajuste fiscal, que nada mais é do que a tentativa do Governo federal de gastar menos do que arrecada, com o objetivo de reduzir a velocidade de acumulação dessa dívida.

Detalhe, uma dívida mais alta está associada a um custo mais elevado para mantê-lo, por causa dos juros pagos aos credores. O que talvez pelos credores pode ser visto como algo arriscado, pois estes temem não receber de volta o que foi combinado. Por isso passam a exigir taxas de juros mais elevadas devido ao endividamento o que piora a situação do nosso governo.

O Banco Central luta para baixar a inflação (lembrando que ele é a instituição responsável pelo controle da inflação, cuja missão e assegurar o valor da moeda). E, para isso, faz uso de uma política monetária restritiva que aumenta os juros. Logo, tudo isso contribui para elevar a dívida brasileira.

Eu sei que é difícil querer comparar a economia de um país desenvolvido com um emergente, mas aqui se faz necessário. Pegamos como exemplo os Estados Unidos, o que mostra em seu histórico é que a última vez que o país viveu sem dívida pública foi em 1835 é impressionante como ele se desenvolveu nos últimos 180 anos. Não acham? E esse ano a dívida deles já correspondia a 102,98% do PIB. Podemos citar vários países que estão se desenvolvendo e com dividas maiores ou iguais ao seu PIB, como o Japão que possui a divida pública correspondente a 230% do PIB, Bélgica 106,50% do PIB, Itália tem a divida de 132, 30% do PIB, na Alemanha a divida corresponde a 74,70% do PIB enquanto no Brasil a divida acumula quase 60% do PIB.

O fato é que a economia precisa de uma quantidade de dívida pública para funcionar bem. Uma das resposta é que emitir dívida é uma maneira de pagar por coisas úteis, e deveríamos fazer isso mais se o preço estiver adequado. Voltando aos Estados Unidos, assim como nós eles sofrem diversas deficiências em termos de estradas, ferrovias, sistemas de água e esgotos; enquanto isso, o governo federal pode pedir dinheiro emprestado com taxas de juros mais baixos, demonstrando um bom momento para contrair empréstimos e investir no futuro. Ou seja, nesse momento seria péssimo se houvesse uma queda do gasto publico em construção, considerando-se o crescimento populacional e a inflação.

O que pode ser feito? Se nos limitamos a aumentar as taxas de juros, como alguns analistas financeiros insistem em pedir, a nossa recuperação fica comprometida. Ou seja, o que precisamos são de políticas que permitam taxas mais altas em época de prosperidade, sem provocar uma crise.

Escutando os rabugentos fiscais, os governos não só continuam golpeando uma economia que já está mal, como acabam prolongando a crise. E é bem possível que eles tenham nos deixado mais propensos a novas crises futuramente.

Em suma, através do histórico das crises que o Brasil viveu pode-se ter certeza que conter os gastos não é a saída, ao contrário, momento como esses são os que o governo deveria aumentar seus gastos ao invés de atender pedidos de prudência e responsabilidade fiscal.

Gente, qualquer duvida em relação ao que escrevi podem me perguntar. Pode ser que tenha ficado confuso alguns pontos, mas dai me contatem que tento responder suas duvidas.

Beijos, Fran.
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Economia: Entendendo por quê o Brasil foi rebaixado pelo S&P e Fitch

Oi gente! Bom, como falei num outro post, a partir de agora sigo um cronograma, ao menos uma vez na semana irei fazer um post de Economia. Quem achar chato pode passar batido, ou podemos entrar em um debate para entendermos melhor a visão de todos nós. Então vamos lá!

Caso você não acompanhe as notícias, sim: a economia do Brasil foi rebaixada por uma agência de classificação de risco chamada Standard & Poor's (S&P). Eu traduzi para vocês, do inglês as principais razões alegadas pela S&P para o Brasil descer do grau de investimento para o especulativo e vou tentar explicar melhor.

1 - Os desafios políticos que o Brasil enfrenta não pararam de aumentar, pesando sobre a capacidade e vontade do governo de apresentar ao Congresso um Orçamento para 2016 coerente com uma correção significativa de sua política, sinalizada na primeira metade do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

Assim que eleita, Dilma sinalizou que cortaria gastos e reestruturaria a política fiscal do governo. Passados quase três trimestres o Brasil não consegue deixar de gastar e tem preferido aumentar impostos para tentar uma administração mais eficiente. E se não bastasse, ainda temos o descontentamento do eleitor com a presidente, que só cresce. Digamos que isso põe mais lenha na fogueira armada para sustentar o "fora dilma". Outro ponto, são os opositores do governo, surfando na onda pró-impeachment que atrapalha qualquer tentativa de ajuste fiscal nos instantes de lucidez do governo.

2 - A proposta orçamentária do governo para 2016 prevê mais uma alteração com relação à meta fiscal primária, menos de seis semanas após sua revisão para o baixo, o que significaria três anos consecutivos de déficit primário e divida líquida continuando a aumentar, se não forem tomas medidas relacionadas a receitas ou despesas.

Não precisava a S&P falar para constatarmos que em 2014 o Brasil gastou mais do que arrecadou de todos nós em impostos. E que, em 2015, tende a fazer o mesmo. E que, em 2016, adivinha só? O governo já prometeu repetir! (Essa é a interpretação da S&P).

3 - Estamos reduzindo o rating de BBB- para BB+

Para explicar o item acima entendam: cada agência de risco tem notas (o tal rating) para dizer se vale a pena ou não investir num país ou numa empresa. Que não é nada além de opiniões das pessoas responsáveis por isso, como o que vimos na crise de 2008, quando a água bateu na bunda os economistas da crise tiveram a cara de pau de justificar que essa nota era apenas suas opiniões. Bem, continuando, essas notas são divididas em dois grupos: grau de investimento (quando a agência recomenda investir) e grau especulativo (quando a agência não recomenda, por considerar riscos de o investidor aplicar ou emprestar dinheiro e não obter a grana de volta).

4 - A perspectiva negativa reflete a nossa avaliação de que a probabilidade de um novo rebaixamento é maior do que 1 em 3, devido a uma maior deterioração da posição fiscal do Brasil, potencial inversão de políticas-chave, dado a dinâmica da política, incluindo ainda mais falta de coesão no gabinete da presidente, ou devido à uma crise econômica maior do que esperamos atualmente.

Acho que vocês já podem imaginar o que o S&P prevê para o futuro econômico do Brasil. Logo o rebaixamento do Brasil na agência de risco Fitch não foi nenhuma novidade. Era só questão de tempo.

Como estávamos na Fitch dois degraus acima da categoria de "grau especulativo", ainda não perdemos o grau de investimento para essa agência, como no caso da S&P. Mas isso ainda vai acontecer.

Por dois motivos. Primeiro, por causa do imbróglio fiscal e da crise política, que parecem não ter fim. Segundo, a Fitch não só rebaixou a classificação do país para a nota BBB-, na beira do "grau especulativo", como também carimbou em nossa testa uma "perspectiva negativa".

Bem, isso significa que se as coisas não mudarem logo para melhor, a nota voltará a ser reduzida. Note: não basta evitar que a situação piore. Ela precisa melhorar. Lembrando que essas avaliações opiniões e notas implicam em menos entrada de recursos no país e taxas de juros mais altas. O que não é assim tão bom para o atual momento da economia do Brasil.

Mas se pegarmos os países avançados, para eles as classificações de risco não importam. Para o Brasil e outras economias emergentes pode até ter algum efeito, mas bem menor que antigamente. É importante frisar que não há informação nenhuma nessa nota, nada que dê fato uma boa sustentação, as agências não possuem nenhum informação que nós não consiga acompanhar nos jornais e dados. Portanto, isso pode ter algum efeito porque alguns investidores são obrigados a considerar o rating para montar seus portfólios. Mas cá entre nós, eu acho que isso não seja grande coisa na situação atual. Isso apenas gera manchete e muita discussão, principalmente para os opositores do governo, mas são coisas que não importa, o que importa é a percepção. Entenderam? E qual é a opinião de vocês sobre isso?
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Pizza e a inflação

Olá gente bonita! Tudo certo com vocês? Bom, eu não queria necessariamente falar de Economia no blog, mas essa semana ouvi um cara falando sobre a inflação da pizza, fiquei meio chocada, por ele ser colunista de um jornal da região, o qual trata sobre temas de economia política e não entender nada de inflação. Logo, cá estou para mais um desabafo. Hehe

Para quem não sabe, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o responsável pelo cálculo do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e tem avisado a cada publicação da "inflação oficial" que: comer pizza está mais caro em 2015.

Se pararmos para analisar é óbvio que o preço do tomate acumula alta de 23% em janeiro e agosto de 2015; o da azeitona, mais de 14%; e o do queijo, 8%. Somente o trigo está dando um alivio aos bolsos do produtores e consumidores, já que seu preço chegou a cair 0,2% de acordo com o IBGE neste ano. No entanto, na somatória das variações é quase nada.

Bem, boa parte do produto consumido no Brasil é importado e, portanto pago em dólares. E como vocês devem estar acompanhando o dólar tá acima de R$ 4,00. Então, vocês devem tem percebido que para pedir uma pizza o preço está mais alto. Alias, comer fora de casa, de maneira geral, necessita de mais grana em mãos.

Retornando ao preço da pizza. É errado dizer: a inflação da pizza está uma loucura! Que está mais caro comer uma portuguesa na pizzaria, isso é vero. Mas, foram os preços dos ingredientes que subiram. Não existe a "inflação da pizza" ou de qualquer produto isoladamente.

Como falei no inicio, a inflação é sempre medida por um índice, neste caso o IPCA, que não representa elevação de preço de um bem ou serviço. A inflação é sempre uma variação média de vários preços, apontando em um determinado período as mudanças de preços de uma cesta de coisas consumidas. 

Como aponta o IBGE, todos os produtos pesquisados ficaram em média, mais de 7% mais caros no Brasil, isso entre janeiro e agosto de 2015. E em 12 meses, até agosto, o IPCA beira os 10%, com as precisões de especialistas para o fim do ano.

O que se pode dizer: é que a inflação está uma loucura! (sem querer tratar do passado)

E, nesse caso, a choradeira está liberada. :))

Beijones, Fran.
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