Mostrando postagens com marcador Desabafo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desabafo. Mostrar todas as postagens

Mudanças necessárias...

Oi pessoal! Tudo certo com vocês? Talvez aqueles que acompanham o instagram do blog, já tenham percebido que eu tenho postado pouca coisa nos últimos tempos. Talvez ainda, vocês tenham percebido que eu tenho andado ausente, tenho publicado poucos posts aqui. E eu tenho sentido uma certa necessidade de explicar para todos o motivo.


No início, quando comecei com o blog, a ideia era utiliza-lo como um diário, um local onde pudesse compartilhar coisas que me instigavam, me motivavam e ainda me incomodavam. E talvez, assim descobrir pessoas que se identificassem com os temas aqui relatados. Desde que entrei na faculdade, sofri muito com ansiedade e achei no blog algo que me acalmasse.

Acontece que, aos poucos esse meu cantinho mudou, comecei a escrever sobre filmes, moda, tendências e muito mais. De certa forma, atualmente estava me sentido deslocada quanto a ele. Sabe quando tu viaja por um tempo e quando volta aquele lugar não tem mais a ver contigo. Para mim estava parecendo que faltava algo, nunca gostei de escrever sem um proposito. Mas espera, isso não significa que vou parar com o site. Não mesmo, adoro esse espaço, só estou me redescobrindo e querendo descobrir mais sobre as pessoas que me acompanham. Quero trazer um conteúdo que possa ser útil e que me aproxime de vocês. E para isso, tenho estudado muito! 

Não vou dizer que vou parar de escrever sobre todos esses assuntos que tenho escrito no blog, apenas quero descobrir qual é a razão, o meu foco e proposito para com o blog. Hoje minhas ambições são maiores que apenas um diário, quero criar um espaço onde vocês, meus queridos leitores sintam-se acolhidos. Quero mostrar além de todo o glamour de um café a tarde, um passeio no shopping, os perrengues da vida adulta, de trabalhar, se sustentar, depender do bus e ainda estar sozinha. 

Quero que o Delírios Cotidianos seja um lugar que vocês se identifiquem e se sintam em casa. Que aqui vocês encontrem, além de força, algo que ajude a descontrair nossas rotinas. Quero que possamos estar juntos. :)

Com carinho, Fran.

Se quiser me acompanhar nas redes sociais:

Snap: franciklein @blogdelirioscotidianos Youtube
QUERO LER O POST COMPLETO

Grandes recompensas não vem sem sacrificios

Faz tempo que eu vinha reclamando da vida que estava levando, mesmo o destino me sendo extremante bondoso. Reclamava das poucas horas de sono, do quão cedo tinha que acordar, das horas que precisava me manter de pé, do pouco tempo para o almoço, das diversas obrigações que me eram impostas, da falta de cordialidade das pessoas, dos dias de chuva, do trânsito, do calor intenso...

Eu realmente acreditava que a vida, essa senhora seria capaz de realizar os meus sonhos, mesmo insistindo em testar nossas reais vontade, achava, que a vida por obrigação, deveria me estender o tapete vermelho do comodismo e, ao invés de continuar me abrindo janelas, das quais eu, eventualmente deveria pular para ter acesso a possíveis vitórias, ela deveria arreganhar belas e majestosas portas. Tosco, não?

Precisei parar de enxergar beleza na vida para entender que realizar sonhos não tem nada a ver com fazer isso de forma fácil, simples e extremamente indolor. Como os antigos diziam: - grandes recompensas não vêm sem grandes sacrifícios. Significantes vitórias não chegam sem que eu antes abdique de enormes vontades. É preciso perder menos tempo reclamando e gastar mais tempo agindo, se eu quiser chegar a algum lugar.

Depois que todas essas fichas foram caindo como quem brinca de levantar dominós e fazer deles cascata, comecei a policiar os meus pensamentos. Entendi que tudo, completamente tudo na vida tem energia. Seguindo essa lógica, cuidar dos pensamento é o primeiro passo. Eles, talvez, tenham as maiores forças da natureza. Só que a gente menospreza. A gente, de um jeito feio e pouco sensato, acaba pensando besteiras demais e entupindo o nosso fluxo de más vibrações, impedindo assim que as as coisas boas aconteçam.

A partir disso comecei a agradecer. Agradecer, pois sei que tenho conquistado muita coisa. Dados passos largos, ainda que a olho nu, eu não tenha saído do lugar. A gente perde tempo demais reclamando do sol, da chuva, do frio, do calor, do vento, das poucas horas de sono, das muitas horas de pé, dos compromissos, das obrigações, das poucas horas de lazer, mas... viver é isso. É saber renunciar. Principalmente as coisas que drenam o nosso curto tempo.

Hoje, diante da quantidade de sonhos que tenho, não vou reclamar sem agir. Nem dormir e me deixar levar pela preguiça, ou pelo comodismo. Pode até acontecer de eu pegar no sono esperando o meu ônibus passar, mas quando minha hora chegar, ah... quando minha hora chegar, cada segundo de sacrifício terá válido a pena.

Se quiser me acompanhar nas redes sociais:

Snap: franciklein @delirioscotidianos_fk Youtube
QUERO LER O POST COMPLETO

Caçando emoções, ou não

Oi gente! Na verdade não sei bem qual é o foco do post de hoje, talvez seja apenas um desabafo.



Final de semana assisti a um filme chamado Caçadores de Emoção com Keanu Reeves e Patrick Swayze (estou na onda de rever clássicos da sessão da tarde), gostei bastante do filme, ele era um pouco louco e os personagens viviam todas as emoções no limite. Coisa que não fazemos, coisa que não se vê com frequência no dia-a-dia, a maioria de nós está tão acomodado cursando o que não gosta, no trabalho que o deixa infeliz, na relação por falta de opção ou por medo de ficar sozinha que acaba contendo suas emoções, essas mesmas que nos distinguem como seres humanos.

Então eu comecei a reavaliar a minha própria vida, hoje eu tenho 23 anos e minha principal incógnita é se realmente estou feliz com as escolhas que fiz até agora. Pela dificuldade de levantar de manhã para ir ao trabalho e por passar o dia pensando em voltar para casa, posso concluir que não estou 100%. Tá eu sei que felicidade e tristeza tem seus momentos e ambos não duram para sempre, mas me parece que o curso que minha vida está tomando não está me deixando satisfeita. Estou tão envolvida com os estudos e o trabalho, que parece que essas duas coisas estão fazendo com que me distancie das pessoas que amo e das coisas que me fazem feliz. O que mais me assusta é ver pessoas que vivem assim, conviver com pessoas assim e sem querer me ver assim no futuro. Eu tenho fome de vida e de coisas que propiciem meu crescimento interno. Mas acredito que isso não se dá apenas com a cara enfiada nos livros, conhecer pessoas, lugares, culturas, viver experiências nos ensina muito mais do que pode estar nos livros (gente, só para constar eu amo ler, mas talvez nem tanto somente leituras relacionadas ao meu trabalho). Não almejo ser uma economista de sucesso, nem mesmo construir castelos aqui, meu desejo é viver, de maneira plena e intensa.

Mas enquanto eu não tenho coragem de largar tudo para ir vender minha arte na praia, continuo aqui compartilhando com vocês meus medos e inseguranças. E deixo essa música, que diz muito sobre meu estado de espirito nesse momento.

"No man can contend with her forces
yet she is so fragile
shes got countless brave white horses
in her arms Im just a child"

Beijos, Fran.
QUERO LER O POST COMPLETO

Pesquisar este blog